quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
PIASSON na Regata Sul Brasileiro Veleiro Dingue Campeonato Iatismo
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=8fm-x1WJVag
Lars Grael - um atleta vitorioso
Lars Grael começou sua vida esportiva muito cedo. Seu pai era militar do Exército Brasileiro amante da educação Física e grande incentivador do desporto, por isto os Grael sempre gostaram de praticar esportes.
Mas na família do Coronel Dickson Grael, oriundo de Dois Córregos, no interior paulista, não havia a tradição da vela. Ela veio dos dinamarqueses da família Schmidt que por tradição do seu país sempre velejaram.
Por isso, Lars começou a velejar cedo, só que de maneira lúdica. Quando morou em Brasília, Lars freqüentou as aulas de vela do Iate Clube e começou a competir de Optimist e Pinguim. Depois, foi como proeiro do irmão Torben, na classe Snipe, já morando em Niterói, que eles conquistaram os primeiros títulos de expressão: bicampeões brasileiros e Campeões Mundiais. Mas foi no Tornado, o velocíssimo catamarã olímpico, que Lars mais títulos conquistou. Além das duas medalhas de Bronze, em Seoul 1988 e Atlanta 1996, ele ainda foi pentacampeão sul-americano, 10 vezes campeão brasileiro e campeão de tradicionais semanas de vela, como Kiel, na Alemanha, além de representar o Brasil também nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984 (7º) e Barcelona 1992 (8º). Atualmente, Lars compete nas classes Star e Oceano, sempre conquistando títulos e se destacando nas raias.
Em setembro de 1998, Grael sofreu um grave acidente em Vitória, causado pela imperícia e irresponsabilidade do comandante de um iate, o que causou a mutilação de uma das pernas do atleta. O velejador teve que se afastar da prática esportiva por pouco tempo .
Depois do acidente , ele foi convidado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso a integrar os quadros dirigentes do INDESP - Instituto de Desenvolvimento do Desporto, uma autarquia ligada ao então Ministério do Esporte e Turismo.
Em fevereiro de 2009, após 11 anos, Lars Grael volta a integrar a Equipe Permanente de Vela Olímpica ao conquistar a Semana Pré Olímpica em Porto Alegre. Em 2010 chegou a ocupar a 4ª colocação do ranking internacional da classe Star da Federação Internacional de Vela - ISAF.
Em 2009, recebeu o prêmio como o profissional de mais alta credibilidade pela Reader's Digest no Brasil.
Mas na família do Coronel Dickson Grael, oriundo de Dois Córregos, no interior paulista, não havia a tradição da vela. Ela veio dos dinamarqueses da família Schmidt que por tradição do seu país sempre velejaram.
Em setembro de 1998, Grael sofreu um grave acidente em Vitória, causado pela imperícia e irresponsabilidade do comandante de um iate, o que causou a mutilação de uma das pernas do atleta. O velejador teve que se afastar da prática esportiva por pouco tempo .
Em fevereiro de 2009, após 11 anos, Lars Grael volta a integrar a Equipe Permanente de Vela Olímpica ao conquistar a Semana Pré Olímpica em Porto Alegre. Em 2010 chegou a ocupar a 4ª colocação do ranking internacional da classe Star da Federação Internacional de Vela - ISAF.
Em 2009, recebeu o prêmio como o profissional de mais alta credibilidade pela Reader's Digest no Brasil.
Fontes: http://larsgrael.com.br/ , http://pt.wikipedia.org/wiki/Lars_Grael
CANOAGEM
Vamos conhecer um pouco da história deste apaixonante esporte?
No começo do século XIX, os ingleses começaram a utilizar para lazer uma pequena embarcação chamada "gronelandais". Este barco serviu de inspiração para os formatos dos caiaques e canoas de hoje em dia. Em pouco tempo esta embarcação, que era deslocada com remos contendo duas pás, tornou-se famosa e muito utilizada na Alemanha e em outros países da Europa Central.
O primeiro homem a utilizar o caiaque em competições esportivas em lagos e rios europeus foi o advogado escocês Jonh Mac Gregor. O mesmo desenhou seu próprio barco chamado de "Rob Roy" e realizou com ele várias expedições.
Atualmente os caiaques e as canoas são construídos em resina de poliéster reforçada com fibra de vidro ou mesmo em resina epóxoli com kevlar ou fibra de carbono e ainda podem ser feitos com plástico injetado ou rotomoldado (polietileno).
Canoísta é o termo utilizado para designar os atletas praticantes deste esporte, seja remando canoas, caiaques ou wave-ski.
IATISMO
O iatismo, ou melhor, a vela (é designado desta forma desde os jogos olímpicos de Sidney) é o esporte que envolve barcos movidos exclusivamente por propulsão à vela, onde apenas a força do vento é empregada como meio de deslocamento.
Os tipos de competições, que são separadas em categorias ou classes, incluem os mais diferentes tipos de embarcações, podendo ter um ou mais tripulantes. Os principais tipos de competição são: a regata e a corrida.
Para orientar a direção de um barco à vela é usado o leme, equipamento submerso e geralmente ligado ao casco no painel de popa ou próximo a este e na sua posição normal, está alinhado ao comprimento da embarcação.
São velejadores famosos: Lars Grael e Torben Grael (Brasil); André Mirsky e Sérgio Mirsky (Brasil); Robert Scheidt (Brasil); Joshua Slocum (Estados Unidos); Marcos Soares (Brasil).
Fonte: http://professoraritadeoliveira.blogspot.com.br/2013/03/iatismo-iatismo-ou-melhor-vela-e.html
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Robert Scheidt: O campeão da vela
Fonte: http://tv.estadao.com.br/videos,esportes,robert-scheidt-o-campeao-da-vela,208877
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
VOCÊ SABE O QUE É A GYMNAESTRADA MUNDIAL?
A Gymnaestrada Mundial é o festival internacional mais importante da Ginástica Geral, sendo este o evento oficial da Federação Internacional de Ginástica para a modalidade, onde vários países se encontram quadrienalmente para realizar apresentações, trocar informações sobre os trabalhos desenvolvidos em seus países e discutir a Ginástica Geral como importante elemento para o aprimoramento humano.
O nome “Gymnaestrada” é um termo criado a partir de duas origens: “gymna” alude à “ginástica” e “strada” refere-se à “caminho”, determinando o significado “caminho da ginástica”. Esta ideia simboliza um dos conceitos fundamentais da Gymnaestrada Mundial.
O idealizador da Gymnaestrada foi o holandês Jo Sommer, cuja ideia era realizar um evento sem a preocupação com o aspecto competitivo, isto é, um evento em que os participantes comparecessem pelo prazer de sua performance e sem limitações de qualquer tipo.
O ideal da Gymnaestrada sintetiza-se na seguinte frase:
“Os vencedores na Gymnaestrada são os participantes”.
sábado, 13 de dezembro de 2014
Melhor maneira de se hidratar
Bruna Cristina Dias
O que é desidratação?
Bruna Cristina Dias
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Dinâmica das cadeiras - Valor confiança.
Como realizar a atividade?
- Arrume as cadeiras em círculos.
- Coloque os alunos sentados de lado e faça a seguinte pergunta: Você tem confiança no seu amigo? Aguarde os comentários e continue a atividade.
- Peça que os alunos deitem uns nas pernas dos outros e fixe ambos os pés no chão com firmeza.
- Em seguida vai tirando uma cadeira de cada vez, até não restar mais nenhuma.
Ao final não deixe de avaliar a atividade.
- Você teve confiança no seu amigo? Em algum momento você teve medo?
Atividade Elaborada na E.M. Gurgel do Amaral -SME
Educopédia 6º Ano
Foto: Acervo da escola 11.20.021
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
A importância do banho
Banho: forma efetiva de prevenir doenças e promover o bem-estar.
Para se ter saúde, adotar bons hábitos de higiene é uma das medidas necessárias para tal. Dentre estes, o banho é um dos principais.
A pele, o maior órgão do corpo humano, funciona como uma barreira natural contra a entrada de micro-organismos. Contendo diversas bactérias comensais, estas protegem a pele contra a entrada de outros seres vivos, causadores de doenças. Entretanto, quando a proliferação destas primeiras é acentuada (ou quando estas são drasticamente eliminadas), a pele pode ser danificada, permitindo a infestação, ou mesmo a infecção, destes outros organismos.
A principal causa desta superpopulação é a alteração do pH da pele. Suor, oleosidade excessiva e células mortas; além de poluentes, restos de comida e sujeiras em geral, são alguns dos fatores que propiciam esta alteração. O mau cheiro é um indicador de que tais mudanças estão ocorrendo...
Assim, além de propiciar ao indivíduo um momento de conforto e reenergização, o banho permite com que estes itens, acumulados durante o dia, sejam removidos; juntamente com algumas bactérias comensais, promovendo o equilíbrio de sua população.
Dessa forma, estes momentos diários evitam a ocorrência de determinados desconfortos, como assaduras, micoses, piolhos e sarnas; doenças; ou mesmo alergias, proporcionando também um aroma agradável. Além disso, desobstruem os poros, permitindo que a pele respire adequadamente; e evitam problemas relacionados ao convívio social, já que pessoas cuja higiene pessoal deixa a desejar tendem a ser excluídas do convívio do grupo.
Para o banho, água e sabonete são essenciais. A primeira retira as partículas mais fáceis de serem levadas com ela, e permite que o sabonete seja dissolvido de forma mais eficaz, formando espuma. Este interage com os componentes que não são solúveis em água, facilitando sua eliminação. Juntamente com a esponja (preferencialmente vegetal, para não danificar a pele), sujeiras mais resistentes são removidas, o tecido cutâneo é massageado e a circulação sanguínea, estimulada.
Especialistas indicam que, para evitar a destruição das bactérias comensais e da camada lipídica protetora, o sabonete deve ser usado apenas uma vez ao dia em todo o corpo; utilizando-o nos outros banhos apenas em regiões mais propensas à proliferação exagerada destas, como as axilas, genitais, glúteos, pés e dobras do corpo.
Vale também ressaltar que, apesar de extremamente prazeroso, o desperdício de água afeta a saúde... do seu bolso e do planeta!
Fonte: http://www.brasilescola.com/saude/a-importancia-do-banho.htm. Acessado em 09/12/2014 às 13:27h.
A principal causa desta superpopulação é a alteração do pH da pele. Suor, oleosidade excessiva e células mortas; além de poluentes, restos de comida e sujeiras em geral, são alguns dos fatores que propiciam esta alteração. O mau cheiro é um indicador de que tais mudanças estão ocorrendo...
Assim, além de propiciar ao indivíduo um momento de conforto e reenergização, o banho permite com que estes itens, acumulados durante o dia, sejam removidos; juntamente com algumas bactérias comensais, promovendo o equilíbrio de sua população.
Dessa forma, estes momentos diários evitam a ocorrência de determinados desconfortos, como assaduras, micoses, piolhos e sarnas; doenças; ou mesmo alergias, proporcionando também um aroma agradável. Além disso, desobstruem os poros, permitindo que a pele respire adequadamente; e evitam problemas relacionados ao convívio social, já que pessoas cuja higiene pessoal deixa a desejar tendem a ser excluídas do convívio do grupo.
Para o banho, água e sabonete são essenciais. A primeira retira as partículas mais fáceis de serem levadas com ela, e permite que o sabonete seja dissolvido de forma mais eficaz, formando espuma. Este interage com os componentes que não são solúveis em água, facilitando sua eliminação. Juntamente com a esponja (preferencialmente vegetal, para não danificar a pele), sujeiras mais resistentes são removidas, o tecido cutâneo é massageado e a circulação sanguínea, estimulada.
Especialistas indicam que, para evitar a destruição das bactérias comensais e da camada lipídica protetora, o sabonete deve ser usado apenas uma vez ao dia em todo o corpo; utilizando-o nos outros banhos apenas em regiões mais propensas à proliferação exagerada destas, como as axilas, genitais, glúteos, pés e dobras do corpo.
Vale também ressaltar que, apesar de extremamente prazeroso, o desperdício de água afeta a saúde... do seu bolso e do planeta!
Fonte: http://www.brasilescola.com/saude/a-importancia-do-banho.htm. Acessado em 09/12/2014 às 13:27h.
Bruna Cristina Dias
Como se hidratar
Nosso corpo tem entre 50 á 75% de água. Daí a importância de ter líquido em nosso corpo. Por tanto, uma das dúvidas que te pode surgir é como se hidratar.
O ideal é beber entre 1,5 à 2 litros de água ao dia. Um homem costuma precisar mais de água que uma mulher, por ter mais superfície corporal que as mulheres. Isto é, a primeira opção para hidratar é a água. Realmente, a água tem muitos benefícios para nosso organismo e é essencial e vital para nossa vida. Também podemos hidratarmos com sucos e frutas, que contêm líquidos em sua composição.
Para hidratar se é importante ter em conta a atividade que se vai desenvolver. Por exemplo, um esportista precisará mais de hidratação, por perda de líquido que vai ter pela prática esportiva.
A idade é outro fator que pode incidir na forma de hidratar se. As crianças pequenas são os que têm mais risco de desidratação, sobretudo no verão, quando aumenta o calor. Há que forçar para que bebam água, já que eles não gostam muito. O leite, também é líquido que nos ajudam a hidratarmos, sendo o leite necessário para o desenvolvimento das crianças. Naturalmente, o álcool não é uma forma de hidratar se, apesar de ser um líquido, tem muitos problemas para nosso organismo, sendo um elemento que não ajuda nada.
Em resumo, há que seguir uma dieta equilibrada, sem excessos. Comer fruta, beber sucos e leite, e beber água, entre 1,5 à 2 litros por dia. É o ideal para ter nosso organismo hidratado.
Fonte: http://www.vivendosaudavel.com/como-se-hidratar/. Acessado em 09/12/2014 às 12:10h
Bruna Cristina Dias
Mecanismos de regulamentação térmica
Você já parou para se perguntar por que transpiramos ou para que serve o nosso suor? Primeiro você vai descobrir de onde vem o suor para depois compreender qual é a função dele.
O suor é produzido por glândulas chamadas de glândulas sudoríparas. Elas são encontradas na camada superficial da nossa pele e estão distribuídas por todo o nosso corpo, sendo encontradas principalmente na palma de nossas mãos, planta de nossos pés, axilas e rosto.
O suor é produzido por glândulas chamadas de glândulas sudoríparas. Elas são encontradas na camada superficial da nossa pele e estão distribuídas por todo o nosso corpo, sendo encontradas principalmente na palma de nossas mãos, planta de nossos pés, axilas e rosto.
Em nossa pele há milhares de glândulas produtoras de suor.
As glândulas sudoríparas produzem suor o tempo todo, mas quando estamos fazendo exercícios, brincando, ou até mesmo em situações de estresse, nosso corpo produz mais suor do que o normal. Mas por quê?
O suor tem a função de resfriar o nosso corpo, quando ele se encontra além da sua temperatura normal. A temperatura normal do nosso corpo está entre 360C e 36,50C, e se passar dessa temperatura, as glândulas sudoríparas produzem o suor para que o corpo não esquente demais. Se o corpo esquentar muito, podem ocorrer muitos problemas com o nosso organismo.
O suor tem a função de resfriar o nosso corpo, quando ele se encontra além da sua temperatura normal. A temperatura normal do nosso corpo está entre 360C e 36,50C, e se passar dessa temperatura, as glândulas sudoríparas produzem o suor para que o corpo não esquente demais. Se o corpo esquentar muito, podem ocorrer muitos problemas com o nosso organismo.
Quando brincamos, o nosso corpo esquenta, por isso suamos.
Quando suamos, o corpo libera muitas substâncias, como água e até mesmo substâncias tóxicas. Por isso é tão importante beber muita água quando se pratica alguma atividade que faz suar.
O suor não possui cheiro algum, mas, em algumas pessoas, às vezes ele pode vir acompanhado de um cheirinho desagradável nas axilas. Esse cheirinho ocorre porque algumas bactérias começam a se alimentar do suor e das células mortas de nossa pele. Ao digerirem esse “alimento”, as bactérias liberam um odor muito ruim, conhecido como cê-cê.
O suor não possui cheiro algum, mas, em algumas pessoas, às vezes ele pode vir acompanhado de um cheirinho desagradável nas axilas. Esse cheirinho ocorre porque algumas bactérias começam a se alimentar do suor e das células mortas de nossa pele. Ao digerirem esse “alimento”, as bactérias liberam um odor muito ruim, conhecido como cê-cê.
Para manter o mau cheiro longe das axilas é preciso usar desodorantes ou antitranspirantes
Fonte: http://www.escolakids.com/suor.htm. Acessado em 09/12/2014 às 10:45h.
Bruna Cristina Dias
Regulação térmica
Regulação Térmica
A gente sente frio e calor em momentos diferentes e situações diferentes, certo? Mas afinal de contas, por que é que isso acontece? Será que é o nosso corpo querendo se defender de algo, ou mesmo ajustar a sua temperatura?
De acordo com Luiz Fernando Monte, que é aluno de Medicina da UFMG, é isso mesmo o que acontece: o nosso corpo está sempre por volta dos 36ºC, e precisa manter esta temperatura para funcionar direitinho. Quando o meio externo se esquenta ou se esfria muito – e tende a desequilibrar a temperatura do nosso corpo – temos uma “tática” ou uma forma de nos proteger desse desequilíbrio: sentir frio ou calor.
Mas como isso acontece? Luiz Fernando explica que “quando a temperatura do ambiente está mais baixa que a do nosso corpo, perdemos calor, e é isso que provoca a sensação de frio”. Não continuamos perdendo calor até congelar porque nosso corpo tem suas formas de tentar barrar essa perda de calor. “É por isso que quando está frio, ficamos tremendo. Isso nos estimula a produzir calor. Além disso, nos encolher e nos arrepiar também dificulta a perda de calor”, explica ele. E, bem legal o lembrete: “você sabia que o cobertor não esquenta o corpo? É verdade, ele apenas impede a perde de calor para o ambiente, por isso você sente menos frio!”.
E quando sentimos calor? Bom, acontece o contrário, já que o ambiente está mais quente que o nosso corpo. Como fazemos para nos proteger desse ganho de calor e evitamos de nos esquentar até pegar fogo? “Nós suamos!”, diz Luiz Fernando. “Quando o suor evapora do nosso corpo ele leva consigo um pouco do calor, o que ajuda a gente a esfriar. Além disso, o sangue passa a circular mais fortemente pela pele, o que facilita a perda de calor por ela”, lembra ele.
Mas não é só isso: também sentimos calor quando brincamos ou jogamos bola porque nosso corpo precisa de mais energia – e por isso, acaba produzindo mais calor.
Texto retirado do site: http://www.ufmg.br/universidadedascriancas/?p=1026
Fonte: http://profbrunovicente.webnode.com/news/regula%C3%A7%C3%A3o-termica/. Acessado em 09/12/2014 às 10:23h
Fonte: http://profbrunovicente.webnode.com/news/regula%C3%A7%C3%A3o-termica/. Acessado em 09/12/2014 às 10:23h
Bruna Cristina Dias
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Animação: O Sapo
Visolutionsvideos - Youtube
https://www.youtube.com/channel/UCo-9o79KfvfNSujRGnfwyXg
Link: https://www.youtube.com/watch?v=VQ5_yhJ-ZIQ
Educopédia - 6º ano
domingo, 7 de dezembro de 2014
A Lógica de Einstein
Produzido por Anna almeida
Educopédia 6º Ano
sábado, 6 de dezembro de 2014
Esportes Radicais
Produzido por Anna Almeida
Educopédia 6º Ano - aula 31
Link: https://www.youtube.com/watch?v=Q26hO7QxI8o
sábado, 22 de novembro de 2014
Desafios da arbitragem
Falando sobre arbitragem
por Emerson Gonçalves
Um belo dia, como parte da palestra de um ex-árbitro e dirigente da área de uma federação, fiz um teste de arbitragem. O palestrante exibiu um vídeo com jogos de uma Copa do Mundo, que nos mostrava uma sequência de jogadas com situações que pediam uma decisão do árbitro, desde deixar seguir até marcar falta, mostrar ou não um cartão e qual cartão mostrar, se assim fosse o caso. Vimos cada jogada uma única vez e marcamos nossa decisão.
Depois, revimos e fizemos uma nova marcação ou mantivemos a primeira. Nem preciso lembrar que essa possibilidade não existe para o cara que está lá, no gramado, se esfalfando sob o famoso e popular sol senegalês ou embaixo de chuva ou num jogo alumiado pela maravilhosa iluminação de nossos estádios…
O resultado frustrou-me. Não lembro meu nível de acertos, mas foi baixo, a metade ou pouco mais. Não passei vergonha sozinho, pois nenhum dos meus companheiros de palestra logrou resultado muito melhor e uma boa parte conseguiu ser ainda pior que eu.
Doeu.
Meu ego, pobrezinho, ficou machucado.
Tentei apitar e me dei mal. Apitei onde não foi falta, não apitei onde foi, dei vermelho tolamente, economizei o amarelo, dei amarelo onde eu mereceria um vermelho…
Muito lamentável.
Tempos depois fiz um breve curso de arbitragem, coisas básicas. Desencanei. Aprendi coisas interessantes, revi algumas ideias, aprimorei-me. Decididamente, porém, não é fácil.
É preciso muita vivência, muita prática para apitar um jogo. E apitar um jogo de primeira ou segunda divisão, então, é mesmo coisa para poucos.
Nunca pisei num gramado com apito na boca, felizmente. Minha ânsia de jogar, quando mais novo, e meus joelhos associados a um relativo excesso de peso, quando mais erado, livraram-me desse mico.
Apitar é difícil.
Mas parece fácil.
Temos, todos nós, absoluta certeza do erro ou do acerto do juiz – o mais curioso é que o erro só acontece quando nos prejudica e o acerto só acontece quando nos favorece. Fato deveras interessante, esse, que manda pra caixa-prego todas as leis da matemática e de sua filha travessa, a estatística. O gênio que conseguir explicá-lo ganhará, tenho certeza, um Nobel de matemática ou correlato. E se não existe, que se crie.
Da mesma forma que temos nossas convicções profundas sobre os erros e acertos, temos, igualmente, inabalável fé que S.Sa. está em campo com a finalidade única e exclusiva de prejudicar nosso time. O mais curioso é que a turma do outro lado da arquibancada tem a mesma convicção com sinal trocado. Outro mistério a ser resolvido.
Isso me faz pensar, uma vez mais, na matemática e na estatística: será possível que não exista um só árbitro honesto, puro de coração e malícia ausente nos pensamentos? Puxa vida, que coisa mais incrível essa! Tem que existir, ora pílulas, nem que seja a exceção necessária à confirmação da regra sagrada do torcedor de futebol de que todo juiz é ladrão.
Temos, portanto, mais um mistério. A continuar assim vou pedir ao Dan Brown para escrever a continuação desse post, algo como um “Código Da Vinci” da arbitragem de futebol.
Enfim, a verdade é que nós, torcedores e blogueiros, cronistas, repórteres, comentaristas, locutores e outros profissionais, vemos um jogo que não é o mesmo do árbitro. Seja no sofá de casa, na cabine de transmissão, na cadeira numerada, no cimento da arquibancada, nossa visão da partida é radicalmente distinta da que tem o árbitro. Temos uma visão aérea, rica no geral, pobre no detalhe. Ótima para definir uma posição fora de jogo – o impedimento – se estivermos no alinhamento certo, sempre péssima para a definição de uma jogada mais sutil.
Estamos sentados, para começo de conversa (bom, tem uma galera que prefere ficar em pé… paciência; ficam em pé, mas ficam parados). Ou seja, não estamos correndo, não estamos com o fôlego comprometido (se estiver, corra ao médico mais próximo agora!), não estamos num movimento alucinante, cercados por outros em movimentos ainda mais alucinantes, não estamos ouvindo os sons característicos de uma partida de futebol, não ouvimos o choque de dois corpos ou duas canelas ou um pé e uma canela, não temos como aquilatar se doeu ou se é frescura ou se é mera encenação, não ouvimos e não sentimos a verdade nas palavras ou sons que a boca expele na hora de um choque, excelentes indicativos do que aconteceu, não estamos vendo os olhares trocados ou não trocados, a distância nos priva das manhas e artimanhas de marmanjos escolados na arte da dissimulação.
O árbitro vivencia tudo isso a um, dois, quatro, dez metros de distância, enquanto puxa o ar para seus pulmões, oxigenando o corpo movido a adrenalina. Melhor do que ninguém ele pode avaliar o que aconteceu. Ele pode perceber o que nós, distantes, não conseguimos.
Ao contrário de todo mundo que assiste, ele não tem tempo para pensar a respeito, ele tem que decidir.
É pá puf!
Aconteceu, decidiu.
Certo ou errado.
Entre ver, analisar, julgar, decidir, apitar, ele tem dois, três, quatro décimos de segundo.
De segundo, não de hora.
Não dá para falar “um Mississipi”.
Ele decide.
Pode ter decidido corretamente, pode não ter.
Gostemos ou não, S.Sa. é humano, passível, portanto, de errar.
E foi exatamente assim que o futebol cresceu, evoluiu, tornou-se o mais importante, o maior esporte do planetaTerra, com erros reais ou supostos sendo, simplesmente, incorporados à história.
O apito, ou sua ausência, é o sinal que deflagra rajadas de críticas.
Feitas com o apoio luxuoso do olhar eletrônico (e não crônico) de 18 câmeras, maravilhosas, high tech ao extremo, com zooms poderosíssimas captando imagens impensáveis, que por sua vez são editadas e transmitidas em slow motion e, não bastasse tudo isso, o editor mantém o dedo pressionando a tecla “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay”…
Meia hora ou meio minuto depois, tanto faz, não há diferença, decretamos:
O juiz errou!
E a vida segue com o erro, suposto, de S.Sa. perpetuado, cantado vezes infinitas em prosa e verso, com rima e sem rima, com ofensa e sem ofensa. Perpetuado e multiplicado nos comentários dos blogs, nas conversas de estádio ou de botequim ou na sala, com a presença saborosa de comes e bebes.
Às vezes o erro não é suposto, é erro mesmo, mas aí, bom, aí não tem jeito: errar é humano. Quem pode a primeira pedra atirar?
Parto de alguns princípios: no decorrer de um período razoável, erros contra e a favor equivalem-se, para todo e qualquer time. Alguns, reais ou supostos, são mais candentes, são mais marcantes, são mais importantes.
Paciência.
A própria vida é assim, também, fora do futebol (dizem que há vida fora do futebol… até creio que existe, mas ainda não provaram de forma satisfatória).
Outro princípio: todos erram, inclusive você, amigo leitor e – pasme! – até eu cometo meus erros.
Ok, brincadeira, brincadeira, mas algo me diz que cometi um erro ao abordar esse tema e a partir desse ponto de vista.
Tenho por princípio, também, acreditar na honestidade das pessoas, até prova em contrário.
Enfim, o erro faz parte de nossas vidas, faz parte do esporte, faz parte do futebol. Isso não é uma defesa do erro ou um elogio do erro, é tão somente uma constatação: o erro existe.
Eu o aceito, mesmo não gostando, seja suposto ou real.
Finalmente, mais um princípio: não discuto arbitragens.
Posso até emitir uma opinião num lance ou outro, ressalvando ser somente isso: minha opinião.
Porque não tenho a mesma visão e as mesmas informações que tem o árbitro e, por isso mesmo, eu aceito as decisões da arbirtragem, gostando ou não delas.
Se errou ou acertou, paciência, vida que segue.
O futebol tem coisas mais interessantes e aprazíveis para serem discutidas.
Ah, sim, gosto muito de teorias da conspiração, especialmente na literatura, no cinema e nas séries de TV. Só.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2011/07/05/falando-sobre-arbitragem/
Um belo dia, como parte da palestra de um ex-árbitro e dirigente da área de uma federação, fiz um teste de arbitragem. O palestrante exibiu um vídeo com jogos de uma Copa do Mundo, que nos mostrava uma sequência de jogadas com situações que pediam uma decisão do árbitro, desde deixar seguir até marcar falta, mostrar ou não um cartão e qual cartão mostrar, se assim fosse o caso. Vimos cada jogada uma única vez e marcamos nossa decisão.
Depois, revimos e fizemos uma nova marcação ou mantivemos a primeira. Nem preciso lembrar que essa possibilidade não existe para o cara que está lá, no gramado, se esfalfando sob o famoso e popular sol senegalês ou embaixo de chuva ou num jogo alumiado pela maravilhosa iluminação de nossos estádios…
O resultado frustrou-me. Não lembro meu nível de acertos, mas foi baixo, a metade ou pouco mais. Não passei vergonha sozinho, pois nenhum dos meus companheiros de palestra logrou resultado muito melhor e uma boa parte conseguiu ser ainda pior que eu.
Doeu.
Meu ego, pobrezinho, ficou machucado.
Tentei apitar e me dei mal. Apitei onde não foi falta, não apitei onde foi, dei vermelho tolamente, economizei o amarelo, dei amarelo onde eu mereceria um vermelho…
Muito lamentável.
Tempos depois fiz um breve curso de arbitragem, coisas básicas. Desencanei. Aprendi coisas interessantes, revi algumas ideias, aprimorei-me. Decididamente, porém, não é fácil.
É preciso muita vivência, muita prática para apitar um jogo. E apitar um jogo de primeira ou segunda divisão, então, é mesmo coisa para poucos.
Nunca pisei num gramado com apito na boca, felizmente. Minha ânsia de jogar, quando mais novo, e meus joelhos associados a um relativo excesso de peso, quando mais erado, livraram-me desse mico.
Apitar é difícil.
Mas parece fácil.
Temos, todos nós, absoluta certeza do erro ou do acerto do juiz – o mais curioso é que o erro só acontece quando nos prejudica e o acerto só acontece quando nos favorece. Fato deveras interessante, esse, que manda pra caixa-prego todas as leis da matemática e de sua filha travessa, a estatística. O gênio que conseguir explicá-lo ganhará, tenho certeza, um Nobel de matemática ou correlato. E se não existe, que se crie.
Da mesma forma que temos nossas convicções profundas sobre os erros e acertos, temos, igualmente, inabalável fé que S.Sa. está em campo com a finalidade única e exclusiva de prejudicar nosso time. O mais curioso é que a turma do outro lado da arquibancada tem a mesma convicção com sinal trocado. Outro mistério a ser resolvido.
Isso me faz pensar, uma vez mais, na matemática e na estatística: será possível que não exista um só árbitro honesto, puro de coração e malícia ausente nos pensamentos? Puxa vida, que coisa mais incrível essa! Tem que existir, ora pílulas, nem que seja a exceção necessária à confirmação da regra sagrada do torcedor de futebol de que todo juiz é ladrão.
Temos, portanto, mais um mistério. A continuar assim vou pedir ao Dan Brown para escrever a continuação desse post, algo como um “Código Da Vinci” da arbitragem de futebol.
Enfim, a verdade é que nós, torcedores e blogueiros, cronistas, repórteres, comentaristas, locutores e outros profissionais, vemos um jogo que não é o mesmo do árbitro. Seja no sofá de casa, na cabine de transmissão, na cadeira numerada, no cimento da arquibancada, nossa visão da partida é radicalmente distinta da que tem o árbitro. Temos uma visão aérea, rica no geral, pobre no detalhe. Ótima para definir uma posição fora de jogo – o impedimento – se estivermos no alinhamento certo, sempre péssima para a definição de uma jogada mais sutil.
Estamos sentados, para começo de conversa (bom, tem uma galera que prefere ficar em pé… paciência; ficam em pé, mas ficam parados). Ou seja, não estamos correndo, não estamos com o fôlego comprometido (se estiver, corra ao médico mais próximo agora!), não estamos num movimento alucinante, cercados por outros em movimentos ainda mais alucinantes, não estamos ouvindo os sons característicos de uma partida de futebol, não ouvimos o choque de dois corpos ou duas canelas ou um pé e uma canela, não temos como aquilatar se doeu ou se é frescura ou se é mera encenação, não ouvimos e não sentimos a verdade nas palavras ou sons que a boca expele na hora de um choque, excelentes indicativos do que aconteceu, não estamos vendo os olhares trocados ou não trocados, a distância nos priva das manhas e artimanhas de marmanjos escolados na arte da dissimulação.
O árbitro vivencia tudo isso a um, dois, quatro, dez metros de distância, enquanto puxa o ar para seus pulmões, oxigenando o corpo movido a adrenalina. Melhor do que ninguém ele pode avaliar o que aconteceu. Ele pode perceber o que nós, distantes, não conseguimos.
Ao contrário de todo mundo que assiste, ele não tem tempo para pensar a respeito, ele tem que decidir.
É pá puf!
Aconteceu, decidiu.
Certo ou errado.
Entre ver, analisar, julgar, decidir, apitar, ele tem dois, três, quatro décimos de segundo.
De segundo, não de hora.
Não dá para falar “um Mississipi”.
Ele decide.
Pode ter decidido corretamente, pode não ter.
Gostemos ou não, S.Sa. é humano, passível, portanto, de errar.
E foi exatamente assim que o futebol cresceu, evoluiu, tornou-se o mais importante, o maior esporte do planetaTerra, com erros reais ou supostos sendo, simplesmente, incorporados à história.
O apito, ou sua ausência, é o sinal que deflagra rajadas de críticas.
Feitas com o apoio luxuoso do olhar eletrônico (e não crônico) de 18 câmeras, maravilhosas, high tech ao extremo, com zooms poderosíssimas captando imagens impensáveis, que por sua vez são editadas e transmitidas em slow motion e, não bastasse tudo isso, o editor mantém o dedo pressionando a tecla “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay”…
Depois, revimos e fizemos uma nova marcação ou mantivemos a primeira. Nem preciso lembrar que essa possibilidade não existe para o cara que está lá, no gramado, se esfalfando sob o famoso e popular sol senegalês ou embaixo de chuva ou num jogo alumiado pela maravilhosa iluminação de nossos estádios…
O resultado frustrou-me. Não lembro meu nível de acertos, mas foi baixo, a metade ou pouco mais. Não passei vergonha sozinho, pois nenhum dos meus companheiros de palestra logrou resultado muito melhor e uma boa parte conseguiu ser ainda pior que eu.
Doeu.
Meu ego, pobrezinho, ficou machucado.
Tentei apitar e me dei mal. Apitei onde não foi falta, não apitei onde foi, dei vermelho tolamente, economizei o amarelo, dei amarelo onde eu mereceria um vermelho…
Muito lamentável.
Tempos depois fiz um breve curso de arbitragem, coisas básicas. Desencanei. Aprendi coisas interessantes, revi algumas ideias, aprimorei-me. Decididamente, porém, não é fácil.
É preciso muita vivência, muita prática para apitar um jogo. E apitar um jogo de primeira ou segunda divisão, então, é mesmo coisa para poucos.
Nunca pisei num gramado com apito na boca, felizmente. Minha ânsia de jogar, quando mais novo, e meus joelhos associados a um relativo excesso de peso, quando mais erado, livraram-me desse mico.
Apitar é difícil.
Mas parece fácil.
Temos, todos nós, absoluta certeza do erro ou do acerto do juiz – o mais curioso é que o erro só acontece quando nos prejudica e o acerto só acontece quando nos favorece. Fato deveras interessante, esse, que manda pra caixa-prego todas as leis da matemática e de sua filha travessa, a estatística. O gênio que conseguir explicá-lo ganhará, tenho certeza, um Nobel de matemática ou correlato. E se não existe, que se crie.
Da mesma forma que temos nossas convicções profundas sobre os erros e acertos, temos, igualmente, inabalável fé que S.Sa. está em campo com a finalidade única e exclusiva de prejudicar nosso time. O mais curioso é que a turma do outro lado da arquibancada tem a mesma convicção com sinal trocado. Outro mistério a ser resolvido.
Isso me faz pensar, uma vez mais, na matemática e na estatística: será possível que não exista um só árbitro honesto, puro de coração e malícia ausente nos pensamentos? Puxa vida, que coisa mais incrível essa! Tem que existir, ora pílulas, nem que seja a exceção necessária à confirmação da regra sagrada do torcedor de futebol de que todo juiz é ladrão.
Temos, portanto, mais um mistério. A continuar assim vou pedir ao Dan Brown para escrever a continuação desse post, algo como um “Código Da Vinci” da arbitragem de futebol.
Enfim, a verdade é que nós, torcedores e blogueiros, cronistas, repórteres, comentaristas, locutores e outros profissionais, vemos um jogo que não é o mesmo do árbitro. Seja no sofá de casa, na cabine de transmissão, na cadeira numerada, no cimento da arquibancada, nossa visão da partida é radicalmente distinta da que tem o árbitro. Temos uma visão aérea, rica no geral, pobre no detalhe. Ótima para definir uma posição fora de jogo – o impedimento – se estivermos no alinhamento certo, sempre péssima para a definição de uma jogada mais sutil.
Estamos sentados, para começo de conversa (bom, tem uma galera que prefere ficar em pé… paciência; ficam em pé, mas ficam parados). Ou seja, não estamos correndo, não estamos com o fôlego comprometido (se estiver, corra ao médico mais próximo agora!), não estamos num movimento alucinante, cercados por outros em movimentos ainda mais alucinantes, não estamos ouvindo os sons característicos de uma partida de futebol, não ouvimos o choque de dois corpos ou duas canelas ou um pé e uma canela, não temos como aquilatar se doeu ou se é frescura ou se é mera encenação, não ouvimos e não sentimos a verdade nas palavras ou sons que a boca expele na hora de um choque, excelentes indicativos do que aconteceu, não estamos vendo os olhares trocados ou não trocados, a distância nos priva das manhas e artimanhas de marmanjos escolados na arte da dissimulação.
O árbitro vivencia tudo isso a um, dois, quatro, dez metros de distância, enquanto puxa o ar para seus pulmões, oxigenando o corpo movido a adrenalina. Melhor do que ninguém ele pode avaliar o que aconteceu. Ele pode perceber o que nós, distantes, não conseguimos.
Ao contrário de todo mundo que assiste, ele não tem tempo para pensar a respeito, ele tem que decidir.
É pá puf!
Aconteceu, decidiu.
Certo ou errado.
Entre ver, analisar, julgar, decidir, apitar, ele tem dois, três, quatro décimos de segundo.
De segundo, não de hora.
Não dá para falar “um Mississipi”.
Ele decide.
Pode ter decidido corretamente, pode não ter.
Gostemos ou não, S.Sa. é humano, passível, portanto, de errar.
E foi exatamente assim que o futebol cresceu, evoluiu, tornou-se o mais importante, o maior esporte do planetaTerra, com erros reais ou supostos sendo, simplesmente, incorporados à história.
O apito, ou sua ausência, é o sinal que deflagra rajadas de críticas.
Feitas com o apoio luxuoso do olhar eletrônico (e não crônico) de 18 câmeras, maravilhosas, high tech ao extremo, com zooms poderosíssimas captando imagens impensáveis, que por sua vez são editadas e transmitidas em slow motion e, não bastasse tudo isso, o editor mantém o dedo pressionando a tecla “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay”…
Meia hora ou meio minuto depois, tanto faz, não há diferença, decretamos:
O juiz errou!
E a vida segue com o erro, suposto, de S.Sa. perpetuado, cantado vezes infinitas em prosa e verso, com rima e sem rima, com ofensa e sem ofensa. Perpetuado e multiplicado nos comentários dos blogs, nas conversas de estádio ou de botequim ou na sala, com a presença saborosa de comes e bebes.
Às vezes o erro não é suposto, é erro mesmo, mas aí, bom, aí não tem jeito: errar é humano. Quem pode a primeira pedra atirar?
Parto de alguns princípios: no decorrer de um período razoável, erros contra e a favor equivalem-se, para todo e qualquer time. Alguns, reais ou supostos, são mais candentes, são mais marcantes, são mais importantes.
Paciência.
A própria vida é assim, também, fora do futebol (dizem que há vida fora do futebol… até creio que existe, mas ainda não provaram de forma satisfatória).
Outro princípio: todos erram, inclusive você, amigo leitor e – pasme! – até eu cometo meus erros.
Ok, brincadeira, brincadeira, mas algo me diz que cometi um erro ao abordar esse tema e a partir desse ponto de vista.
Tenho por princípio, também, acreditar na honestidade das pessoas, até prova em contrário.
Enfim, o erro faz parte de nossas vidas, faz parte do esporte, faz parte do futebol. Isso não é uma defesa do erro ou um elogio do erro, é tão somente uma constatação: o erro existe.
Eu o aceito, mesmo não gostando, seja suposto ou real.
Finalmente, mais um princípio: não discuto arbitragens.
Posso até emitir uma opinião num lance ou outro, ressalvando ser somente isso: minha opinião.
Porque não tenho a mesma visão e as mesmas informações que tem o árbitro e, por isso mesmo, eu aceito as decisões da arbirtragem, gostando ou não delas.
Se errou ou acertou, paciência, vida que segue.
O futebol tem coisas mais interessantes e aprazíveis para serem discutidas.
Ah, sim, gosto muito de teorias da conspiração, especialmente na literatura, no cinema e nas séries de TV. Só.
O juiz errou!
E a vida segue com o erro, suposto, de S.Sa. perpetuado, cantado vezes infinitas em prosa e verso, com rima e sem rima, com ofensa e sem ofensa. Perpetuado e multiplicado nos comentários dos blogs, nas conversas de estádio ou de botequim ou na sala, com a presença saborosa de comes e bebes.
Às vezes o erro não é suposto, é erro mesmo, mas aí, bom, aí não tem jeito: errar é humano. Quem pode a primeira pedra atirar?
Parto de alguns princípios: no decorrer de um período razoável, erros contra e a favor equivalem-se, para todo e qualquer time. Alguns, reais ou supostos, são mais candentes, são mais marcantes, são mais importantes.
Paciência.
A própria vida é assim, também, fora do futebol (dizem que há vida fora do futebol… até creio que existe, mas ainda não provaram de forma satisfatória).
Outro princípio: todos erram, inclusive você, amigo leitor e – pasme! – até eu cometo meus erros.
Ok, brincadeira, brincadeira, mas algo me diz que cometi um erro ao abordar esse tema e a partir desse ponto de vista.
Tenho por princípio, também, acreditar na honestidade das pessoas, até prova em contrário.
Enfim, o erro faz parte de nossas vidas, faz parte do esporte, faz parte do futebol. Isso não é uma defesa do erro ou um elogio do erro, é tão somente uma constatação: o erro existe.
Eu o aceito, mesmo não gostando, seja suposto ou real.
Finalmente, mais um princípio: não discuto arbitragens.
Posso até emitir uma opinião num lance ou outro, ressalvando ser somente isso: minha opinião.
Porque não tenho a mesma visão e as mesmas informações que tem o árbitro e, por isso mesmo, eu aceito as decisões da arbirtragem, gostando ou não delas.
Se errou ou acertou, paciência, vida que segue.
O futebol tem coisas mais interessantes e aprazíveis para serem discutidas.
Ah, sim, gosto muito de teorias da conspiração, especialmente na literatura, no cinema e nas séries de TV. Só.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2011/07/05/falando-sobre-arbitragem/
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Os 20 Ensinamentos de Funakoshi
Os 20 Ensinamentos do Mestre Funakoshi
O Mestre Gichin Funakoshi escreveu o Niju Kun, conhecidos como os Vinte Ensinamentos do Karatê Shotokan, que formam as bases da arte. Dentro destes princípios, baseados fortemente em Bushido e Zen, reside a filosofia da JKA:
1. 空手道は礼に始まり礼に終る事を忘るな
Karate-do wa rei ni hajimari rei ni owaru koto a wasaruna
Não se esqueça que o Karate deve iniciar com saudação e terminar com saudação.
2. 空手に先手なし
Karate ni sente nashi
No Karate não existe atitude ofensiva.
3. 空手は義の補け
Karate wa, gi no taske
O Karate é um assistente da justiça.
4. 先づ自己を知れ而して他を知れ
Mazu onore o shire, shikashite ta o Shire
Conheça a si próprio antes de julgar os outros.
5. 技術より心術
Gijitsu yori shinjitsu
O espírito é mais importante do que a técnica.
6. 心は放たん事を要す
Kokoro wa hanatan koto o yosu
Evitar o descontrole do equilíbrio mental.
7. 禍は懈怠に生ず
Wazawai wa ketai ni seizu
Os infortúnios são causados pela negligência.
8. 道場のみの空手と思ふな
Dojo nomino karate to omou na
O Karate não se limita apenas à academia.
9. 空手の修業は一生である
Karate-do no shugyo wa isssho de aru
O aprendizado do Karate deve ser perseguido durante toda a vida.
10. 凡ゆるものを空手化せよ其処に妙味あり
Ara yuru mono o karateka seyo; sokoni myomi Ari
O Karate dará frutos quando associado à vida cotidiana.
11. 空手は湯の如し絶えず熱度を与えざれば元の水に還る
Karate Wa Yu No Gotoku Taezu Netsu O Atae Zareba Motono Mizuni Kaeru
O Karate é como água quente. Se não receber calor constantemente torna-se água fria.
12. 勝つ考は持つな負けぬ考は必要
Katsu kangae wa motsuna; makenu kangae wa hitsuyo
Não pense em vencer, pense em não ser vencido.
13. 敵に因って轉化せよ
Tekki ni yotte tenka seyo
Mude de atitude conforme o adversário.
14. 戦は虚実の操縦如何に在り
Tattakai wa kyo-jitsu no soju ikan ni Ari
A luta depende do manejo dos pontos fracos (KYO) e fortes (JITSU).
15. 人の手足を剣と思へ
Hi to no te-ashi wa ken to omoe
Imagine que os membros de seus adversários são como espadas.
16. 男子門を出づれば百万の敵あり
Danshi mon o izureba hyakuman no teki Ari
Para cada homem que sai do seu portão, existem milhões de adversários.
17. 構は初心者に後は自然体
Kamae wa shoshinsha ni atowa shizentai
No início seus movimentos são artificiais, mas com a evolução tornam-se naturais.
18. 形は正しく実戦は別物
Kata wa tadashiku, jisen wa betsumono
A prática de fundamentos deve ser correta, porém na aplicação torna-se diferente.
19. 力の強弱体の伸縮技の緩急を忘るな
Chikara no kyojaku tai no shinshuku waza no kankyu
Não se esqueça de aplicar corretamente: alta e baixa intensidade de força; expansão e contração corporal; técnicas lentas e rápidas.
20. 常に思念工夫せよ
Tsune ni shinen ku fu seyo
Estudar, praticar e aperfeiçoar-se sempre.
Fonte: http://ptejbm-educandoonline.blogspot.com.br/
O Mestre Gichin Funakoshi escreveu o Niju Kun, conhecidos como os Vinte Ensinamentos do Karatê Shotokan, que formam as bases da arte. Dentro destes princípios, baseados fortemente em Bushido e Zen, reside a filosofia da JKA:
1. 空手道は礼に始まり礼に終る事を忘るな
Karate-do wa rei ni hajimari rei ni owaru koto a wasaruna
Não se esqueça que o Karate deve iniciar com saudação e terminar com saudação.
2. 空手に先手なし
Karate ni sente nashi
No Karate não existe atitude ofensiva.
3. 空手は義の補け
Karate wa, gi no taske
O Karate é um assistente da justiça.
4. 先づ自己を知れ而して他を知れ
Mazu onore o shire, shikashite ta o Shire
Conheça a si próprio antes de julgar os outros.
5. 技術より心術
Gijitsu yori shinjitsu
O espírito é mais importante do que a técnica.
6. 心は放たん事を要す
Kokoro wa hanatan koto o yosu
Evitar o descontrole do equilíbrio mental.
7. 禍は懈怠に生ず
Wazawai wa ketai ni seizu
Os infortúnios são causados pela negligência.
8. 道場のみの空手と思ふな
Dojo nomino karate to omou na
O Karate não se limita apenas à academia.
9. 空手の修業は一生である
Karate-do no shugyo wa isssho de aru
O aprendizado do Karate deve ser perseguido durante toda a vida.
10. 凡ゆるものを空手化せよ其処に妙味あり
Ara yuru mono o karateka seyo; sokoni myomi Ari
O Karate dará frutos quando associado à vida cotidiana.
11. 空手は湯の如し絶えず熱度を与えざれば元の水に還る
Karate Wa Yu No Gotoku Taezu Netsu O Atae Zareba Motono Mizuni Kaeru
O Karate é como água quente. Se não receber calor constantemente torna-se água fria.
12. 勝つ考は持つな負けぬ考は必要
Katsu kangae wa motsuna; makenu kangae wa hitsuyo
Não pense em vencer, pense em não ser vencido.
13. 敵に因って轉化せよ
Tekki ni yotte tenka seyo
Mude de atitude conforme o adversário.
14. 戦は虚実の操縦如何に在り
Tattakai wa kyo-jitsu no soju ikan ni Ari
A luta depende do manejo dos pontos fracos (KYO) e fortes (JITSU).
15. 人の手足を剣と思へ
Hi to no te-ashi wa ken to omoe
Imagine que os membros de seus adversários são como espadas.
16. 男子門を出づれば百万の敵あり
Danshi mon o izureba hyakuman no teki Ari
Para cada homem que sai do seu portão, existem milhões de adversários.
17. 構は初心者に後は自然体
Kamae wa shoshinsha ni atowa shizentai
No início seus movimentos são artificiais, mas com a evolução tornam-se naturais.
18. 形は正しく実戦は別物
Kata wa tadashiku, jisen wa betsumono
A prática de fundamentos deve ser correta, porém na aplicação torna-se diferente.
19. 力の強弱体の伸縮技の緩急を忘るな
Chikara no kyojaku tai no shinshuku waza no kankyu
Não se esqueça de aplicar corretamente: alta e baixa intensidade de força; expansão e contração corporal; técnicas lentas e rápidas.
20. 常に思念工夫せよ
Tsune ni shinen ku fu seyo
Estudar, praticar e aperfeiçoar-se sempre.
Fonte: http://ptejbm-educandoonline.blogspot.com.br/
Esportes Radicais
São
considerados radicais porque oferecem mais riscos que os demais, portanto,
precisam de mais cuidados para prática. Chamam a atenção de muitas pessoas
pelo fato de envolverem situações extremas, exigir grande esforço físico por
parte dos praticantes e controle emocional para sair de situações, muitas
vezes, complicadas.
A segurança é fundamental.
Qualquer
esporte exige cuidados e treinamento adequado mas quando se trata de esportes
radicais esses cuidados devem ser redobrados. Basicamente, têm relação com a
segurança para a prática, devendo ser acompanhada por pessoas treinadas para
orientar o praticante no momento da atividade.
Rafting
Natureza a favor.
A
maioria destes esportes tem a natureza como cenário principal. E o clima, com a
presença de vento e neve, a vegetação, no caso do arvorismo e as condições
geográficas, como mar aberto e montanha, são determinantes para a prática
desses esportes.
Assim,
há lugares que ficam caracterizados como referência para a prática desses
esportes. Neste sentido o Brasil, por suas condições geográficas e naturais, é
favorável para a prática da maioria dos esportes radicais, com cidades que se
tornaram verdadeira referência.
Arvorismo
Educopédia
6º ano – Aula 31 - Jogos pré-desportivos.
Texto
adaptado - Leia a matéria na íntegra: http://ecoviagem.uol.com.br/fique-por-dentro/colunistas/turismo-de-aventura/abeta/abeta-realiza-fam-tour-com-compradores-internacionais-antes-do-summit-no-brasil-7933/centro-39000.jpg
Difusão do Karatê
Difusão do Karatê.
Karatê
Na década de 30, o Karatê foi reconhecido como arte marcial pela Associação Japonesa de Artes Marciais. Nesse momento, o Karatê já ganhava o Japão e estava pronto para ganhar o mundo.
Algumas regulações foram executadas para uniformizar a prática. Essa sistematização do Karatê teve forte influência do criador do judô, Jigoro Kano, e centrou-se principalmente no uso de quimono branco e de cor de faixas indicando o estágio em que se encontra o praticante.
Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, muitos soldados americanos aprenderam Karatê e trouxeram a arte para casa.
O ingresso do Karatê no Brasil se deu por meio da inserção de imigrantes japoneses no Brasil, no início do século XX. Porém, sua prática ficou restrita ao ensino particular, de mestre para discípulo, como originalmente ocorria no Japão. Apenas na década de 50 é que houve a abertura do primeiro estabelecimento voltado ao ensino do Karatê no Brasil.
Em 1984, o filme americano "Karatê Kid" fez grande sucesso e ajudou a popularizar esta arte marcial em nosso País. No ano de 2010 este filme foi regravado, mas não obteve o mesmo sucesso que a versão original.
Hoje, muitos homens e mulheres aprendem Karatê para a auto-defesa. Escolas, clubes de Karatê, escolas de treinamento para militares e policiais, e até grupos feministas ensinam Karatê.
Fonte: http://ptejbm-educandoonline.blogspot.com.br/
Fonte: http://ptejbm-educandoonline.blogspot.com.br/
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Motivos que levam uma pessoa a usar drogas
Uma pergunta muito comum a quem nunca foi usuário de drogas
é: “O que leva uma pessoa comum a usar
drogas?”
Na verdade, é uma questão bastante ampla e cada um tem suas
motivações para usar a substância. Porém, entre os fatores que mais atraem
adultos e jovens, alguns são os mais comuns:
Ø Curiosidade e oportunidade para
experimentar
Ter curiosidade faz parte da juventude. A qualquer momento a
droga está disponível, seja entre amigos ou em uma festa. Geralmente alguém
oferece e surge então a curiosidade de experimentá-la. Entretanto, somente o fato de a pessoa
experimentar pela primeira vez não a torna um dependente químico. O que a torna
dependente é o seu uso contínuo, gerado a partir destas primeiras experiências
inocentes que se tornaram a princípio prazerosas e depois acabam virando uma
necessidade.
Muitas vezes o adolescente, por curiosidade, acaba
experimentando um tipo de droga que é muito comum para quem está começando. E geralmente a
curiosidade começa com a maconha – a porta de entrada para outras drogas.
Ø O uso de drogas pode ser visto como
algo estimulante e arriscado.
Muitas vezes são os riscos envolvidos que justamente os
atraem. O tédio é sempre um grande vilão. Se o cérebro esta vazio, desocupado,
certamente procurara algo para se ocupar. Se não estamos com a mente
preenchida, começamos a nos concentrar nas nossas fantasias e, se possível,
tentamos satisfazê-las. Sempre pensamos que novas experiências podem ser
melhores do que a que vivenciamos. A sensação de risco, de aventura, do
“proibido” pode levar o jovem a experimentar e em seguida necessitar da droga.
Ø Uma ferramenta para modificar as
emoções
As drogas são capazes de alterar os sentimentos e produzir
sensações temporárias de “alívio”. Esse
suposto “poder de transformação das emoções” pode se tornar um grande atrativo
e ao mesmo tempo um grande vilão, principalmente para as pessoas que estão passando
por determinadas dificuldades, como por exemplo: desajuste familiar,
dificuldades de adaptação social, separação dos pais, perda de ente querido,
sentimentos de baixa auto-estima, introversão, timidez, solidão, inadequação,
falta de autoconfiança, fobia social – entre vários outros problemas. A droga
traz ao usuário a ilusória sensação de alívio, de poder, de bem estar que o
permite se sentir mais ambientado e muito mais autoconfiante.
Ø Necessidade de ajustamento ao grupo
de amigos
Muitos jovens acabam usando droga por “influência” de colegas
e amigos. É a tal chamada “pressão de grupo”. Os jovens que cedem mais
facilmente a esta pressão são aqueles que têm mais dificuldades em serem
aceitos pelo grupo e que também apresentam outros tipos de problema, já
mencionados acima e também outros: como o fato de se sentirem poucos amados
pelos pais ou até mesmo ausência dos mesmos. Muitas vezes, o jovem
ilusoriamente encontra naquele grupo mais atenção e apoio do que em casa. Se
ele não é aceito ou se não sente apoio em casa, vai buscar no grupo algum tipo
de identificação e muitas vezes é através da droga que o jovem encontra a
identificação.
Ninguém gosta de se sentir diferente dos outros. Ser similar
ao grupo dá-nos a sensação de que pertencemos a ele. Por causa disso, a
influência exercida pelos colegas da mesma idade é enorme. Os adultos muitas
vezes fazem algo que não querem só para ficar igual aos outros: usamos roupas,
visitamos lugares etc. Essa necessidade é muito maior no jovem.
Ø Falta de Perspectiva
Se alguém não tem metas e visão de futuro, não tem
perspectiva do dia de amanhã. Se não tem perspectiva do amanhã, só conta com o
agora. Se conta somente com o agora, não leva em consideração as consequências
nocivas a longo prazo. Uma boa visão de futuro faz a segunda feira ser o melhor
dia da semana. Um jovem sem visão é um jovem em perigo.
Ø Fuga
A adolescência é uma fase de passagem da infância para a vida
adulta. O adolescente deixou de ser criança, porém ainda não é tratado como
adulto e também sente que muitas vezes já não é mais o centro das atenções.
Como quase toda posição intermediaria, às vezes torna-se insuportável. O jovem,
não sabendo como lidar com esse sentimento de frustração, apela para a fuga.
Fugir de onde está se não fisicamente, mas mentalmente. E muitas vezes esta
fuga pode ser o álcool, as drogas, o sexo de forma compulsiva, o abuso de
comida, gastos compulsivos – enfim, qualquer coisa que traga sensação de prazer
temporário.
Ø Violência Doméstica, abandono, abuso
sexual, negligência familiar
A violência doméstica e o uso de drogas são os principais
motivos que levam crianças e adolescentes às ruas. De acordo com censo feito pela Secretaria de Direitos
Humanos (SDH), cerca de 70% das crianças e adolescentes que vivem e dormem na
rua foram agredidos dentro de casa. Além disso, 30,4% são usuários de drogas ou
álcool. Os dados divulgados pela SDH assinalam que 32,2% das crianças e adolescentes
tiveram brigas verbais com pais e irmãos, 30,6% foram vítimas de violência
física e 8,8% sofreram violência e abuso sexual. A busca da liberdade, a perda
da moradia pela família, o abandono da família, a busca de trabalho para o
próprio sustento ou da família, os conflitos com a vizinhança e brigas de
grupos rivais também levam os jovens à situação de rua.
Crianças vítimas de negligência apresentam risco mais elevado
de desenvolver problemas com o uso de drogas, perpetuando, desse modo, um ciclo
sempre crescente de violência/negligência.
Todas estas questões causam traumas imensuráveis pelo resto
da vida e podem levar a criança ou o adolescente a buscar o ilusório
“bem-estar” através das drogas.
Fonte: http://grandhouseblog.com/2011/05/05/motivos-que-levam-alguem-a-usar-drogas/
Fonte: http://grandhouseblog.com/2011/05/05/motivos-que-levam-alguem-a-usar-drogas/
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