sábado, 22 de novembro de 2014

Le Parkour


Vídeo Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=f8hmEcvtwtI
Educopédia - 6º Ano - aula 31

Desafios da arbitragem

Falando sobre arbitragem


por Emerson Gonçalves







Um belo dia, como parte da palestra de um ex-árbitro e dirigente da área de uma federação, fiz um teste de arbitragem. O palestrante exibiu um vídeo com jogos de uma Copa do Mundo, que nos mostrava uma sequência de jogadas com situações que pediam uma decisão do árbitro, desde deixar seguir até marcar falta, mostrar ou não um cartão e qual cartão mostrar, se assim fosse o caso. Vimos cada jogada uma única vez e marcamos nossa decisão.
Depois, revimos e fizemos uma nova marcação ou mantivemos a primeira. Nem preciso lembrar que essa possibilidade não existe para o cara que está lá, no gramado, se esfalfando sob o famoso e popular sol senegalês ou embaixo de chuva ou num jogo alumiado pela maravilhosa iluminação de nossos estádios…
O resultado frustrou-me. Não lembro meu nível de acertos, mas foi baixo, a metade ou pouco mais. Não passei vergonha sozinho, pois nenhum dos meus companheiros de palestra logrou resultado muito melhor e uma boa parte conseguiu ser ainda pior que eu.
Doeu.
Meu ego, pobrezinho, ficou machucado.
Tentei apitar e me dei mal. Apitei onde não foi falta, não apitei onde foi, dei vermelho tolamente, economizei o amarelo, dei amarelo onde eu mereceria um vermelho…
Muito lamentável.
Tempos depois fiz um breve curso de arbitragem, coisas básicas. Desencanei. Aprendi coisas interessantes, revi algumas ideias, aprimorei-me. Decididamente, porém, não é fácil.
É preciso muita vivência, muita prática para apitar um jogo. E apitar um jogo de primeira ou segunda divisão, então, é mesmo coisa para poucos.
Nunca pisei num gramado com apito na boca, felizmente. Minha ânsia de jogar, quando mais novo, e meus joelhos associados a um relativo excesso de peso, quando mais erado, livraram-me desse mico.
Apitar é difícil.
Mas parece fácil.
Temos, todos nós, absoluta certeza do erro ou do acerto do juiz – o mais curioso é que o erro só acontece quando nos prejudica e o acerto só acontece quando nos favorece. Fato deveras interessante, esse, que manda pra caixa-prego todas as leis da matemática e de sua filha travessa, a estatística. O gênio que conseguir explicá-lo ganhará, tenho certeza, um Nobel de matemática ou correlato. E se não existe, que se crie.
Da mesma forma que temos nossas convicções profundas sobre os erros e acertos, temos, igualmente, inabalável fé que S.Sa. está em campo com a finalidade única e exclusiva de prejudicar nosso time. O mais curioso é que a turma do outro lado da arquibancada tem a mesma convicção com sinal trocado. Outro mistério a ser resolvido.
Isso me faz pensar, uma vez mais, na matemática e na estatística: será possível que não exista um só árbitro honesto, puro de coração e malícia ausente nos pensamentos? Puxa vida, que coisa mais incrível essa! Tem que existir, ora pílulas, nem que seja a exceção necessária à confirmação da regra sagrada do torcedor de futebol de que todo juiz é ladrão.
Temos, portanto, mais um mistério. A continuar assim vou pedir ao Dan Brown para escrever a continuação desse post, algo como um “Código Da Vinci” da arbitragem de futebol.
Enfim, a verdade é que nós, torcedores e blogueiros, cronistas, repórteres, comentaristas, locutores e outros profissionais, vemos um jogo que não é o mesmo do árbitro. Seja no sofá de casa, na cabine de transmissão, na cadeira numerada, no cimento da arquibancada, nossa visão da partida é radicalmente distinta da que tem o árbitro. Temos uma visão aérea, rica no geral, pobre no detalhe. Ótima para definir uma posição fora de jogo – o impedimento – se estivermos no alinhamento certo, sempre péssima para a definição de uma jogada mais sutil.
Estamos sentados, para começo de conversa (bom, tem uma galera que prefere ficar em pé… paciência; ficam em pé, mas ficam parados). Ou seja, não estamos correndo, não estamos com o fôlego comprometido (se estiver, corra ao médico mais próximo agora!), não estamos num movimento alucinante, cercados por outros em movimentos ainda mais alucinantes, não estamos ouvindo os sons característicos de uma partida de futebol, não ouvimos o choque de dois corpos ou duas canelas ou um pé e uma canela, não temos como aquilatar se doeu ou se é frescura ou se é mera encenação, não ouvimos e não sentimos a verdade nas palavras ou sons que a boca expele na hora de um choque, excelentes indicativos do que aconteceu, não estamos vendo os olhares trocados ou não trocados, a distância nos priva das manhas e artimanhas de marmanjos escolados na arte da dissimulação.
O árbitro vivencia tudo isso a um, dois, quatro, dez metros de distância, enquanto puxa o ar para seus pulmões, oxigenando o corpo movido a adrenalina. Melhor do que ninguém ele pode avaliar o que aconteceu. Ele pode perceber o que nós, distantes, não conseguimos.
Ao contrário de todo mundo que assiste, ele não tem tempo para pensar a respeito, ele tem que decidir.
É pá puf!
Aconteceu, decidiu.
Certo ou errado.
Entre ver, analisar, julgar, decidir, apitar, ele tem dois, três, quatro décimos de segundo.
De segundo, não de hora.
Não dá para falar “um Mississipi”.
Ele decide.
Pode ter decidido corretamente, pode não ter.
Gostemos ou não, S.Sa. é humano, passível, portanto, de errar.
E foi exatamente assim que o futebol cresceu, evoluiu, tornou-se o mais importante, o maior esporte do planetaTerra, com erros reais ou supostos sendo, simplesmente, incorporados à história.
O apito, ou sua ausência, é o sinal que deflagra rajadas de críticas.
Feitas com o apoio luxuoso do olhar eletrônico (e não crônico) de 18 câmeras, maravilhosas, high tech ao extremo, com zooms poderosíssimas captando imagens impensáveis, que por sua vez são editadas e transmitidas em slow motion e, não bastasse tudo isso, o editor mantém o dedo pressionando a tecla “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay” “Replay”…
Meia hora ou meio minuto depois, tanto faz, não há diferença, decretamos:
O juiz errou!
E a vida segue com o erro, suposto, de S.Sa. perpetuado, cantado vezes infinitas em prosa e verso, com rima e sem rima, com ofensa e sem ofensa. Perpetuado e multiplicado nos comentários dos blogs, nas conversas de estádio ou de botequim ou na sala, com a presença saborosa de comes e bebes.
Às vezes o erro não é suposto, é erro mesmo, mas aí, bom, aí não tem jeito: errar é humano. Quem pode a primeira pedra atirar?
Parto de alguns princípios: no decorrer de um período razoável, erros contra e a favor equivalem-se, para todo e qualquer time. Alguns, reais ou supostos, são mais candentes, são mais marcantes, são mais importantes.
Paciência.
A própria vida é assim, também, fora do futebol (dizem que há vida fora do futebol… até creio que existe, mas ainda não provaram de forma satisfatória).
Outro princípio: todos erram, inclusive você, amigo leitor e – pasme! – até eu cometo meus erros.
Ok, brincadeira, brincadeira, mas algo me diz que cometi um erro ao abordar esse tema e a partir desse ponto de vista.
Tenho por princípio, também, acreditar na honestidade das pessoas, até prova em contrário.
Enfim, o erro faz parte de nossas vidas, faz parte do esporte, faz parte do futebol. Isso não é uma defesa do erro ou um elogio do erro, é tão somente uma constatação: o erro existe.
Eu o aceito, mesmo não gostando, seja suposto ou real.
Finalmente, mais um princípio: não discuto arbitragens.
Posso até emitir uma opinião num lance ou outro, ressalvando ser somente isso: minha opinião.
Porque não tenho a mesma visão e as mesmas informações que tem o árbitro e, por isso mesmo, eu aceito as decisões da arbirtragem, gostando ou não delas.
Se errou ou acertou, paciência, vida que segue.
O futebol tem coisas mais interessantes e aprazíveis para serem discutidas.
Ah, sim, gosto muito de teorias da conspiração, especialmente na literatura, no cinema e nas séries de TV. Só.
 Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2011/07/05/falando-sobre-arbitragem/

VOLEIBOL HISTÓRIA REGRAS E FUNDAMENTOS

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Os 20 Ensinamentos de Funakoshi

Os 20 Ensinamentos do Mestre Funakoshi

O Mestre Gichin Funakoshi escreveu o Niju Kun, conhecidos como os Vinte Ensinamentos do Karatê Shotokan, que formam as bases da arte. Dentro destes princípios, baseados fortemente em Bushido e Zen, reside a filosofia da JKA:

1.            空手道は礼に始まり礼に終る事を忘るな
Karate-do wa rei ni hajimari rei ni owaru koto a wasaruna
Não se esqueça que o Karate deve iniciar com saudação e terminar com saudação.

2.            空手に先手なし
Karate ni sente nashi
No Karate não existe atitude ofensiva.

3.            空手は義の補け
Karate wa, gi no taske
O Karate é um assistente da justiça.

4.            先づ自己を知れ而して他を知れ
Mazu onore o shire, shikashite ta o Shire
Conheça a si próprio antes de julgar os outros.

5.            技術より心術
Gijitsu yori shinjitsu
O espírito é mais importante do que a técnica.

6.            心は放たん事を要す
Kokoro wa hanatan koto o yosu
Evitar o descontrole do equilíbrio mental.

7.            禍は懈怠に生ず
Wazawai wa ketai ni seizu
Os infortúnios são causados pela negligência.

8.            道場のみの空手と思ふな
Dojo nomino karate to omou na
O Karate não se limita apenas à academia.

9.            空手の修業は一生である
Karate-do no shugyo wa isssho de aru
O aprendizado do Karate deve ser perseguido durante toda a vida.

10.         凡ゆるものを空手化せよ其処に妙味あり
Ara yuru mono o karateka seyo; sokoni myomi Ari
O Karate dará frutos quando associado à vida cotidiana.

11.         空手は湯の如し絶えず熱度を与えざれば元の水に還る
Karate Wa Yu No Gotoku Taezu Netsu O Atae Zareba Motono Mizuni Kaeru
O Karate é como água quente. Se não receber calor constantemente torna-se água fria.

12.         勝つ考は持つな負けぬ考は必要
Katsu kangae wa motsuna; makenu kangae wa hitsuyo
Não pense em vencer, pense em não ser vencido.

13.         敵に因って轉化せよ
Tekki ni yotte tenka seyo
Mude de atitude conforme o adversário.

14.         戦は虚実の操縦如何に在り
Tattakai wa kyo-jitsu no soju ikan ni Ari
A luta depende do manejo dos pontos fracos (KYO) e fortes (JITSU).

15.         人の手足を剣と思へ
Hi to no te-ashi wa ken to omoe
Imagine que os membros de seus adversários são como espadas.

16.         男子門を出づれば百万の敵あり
Danshi mon o izureba hyakuman no teki Ari
Para cada homem que sai do seu portão, existem milhões de adversários.

17.         構は初心者に後は自然体
Kamae wa shoshinsha ni atowa shizentai
No início seus movimentos são artificiais, mas com a evolução tornam-se naturais.

18.         形は正しく実戦は別物
Kata wa tadashiku, jisen wa betsumono
A prática de fundamentos deve ser correta, porém na aplicação torna-se diferente.

19.         力の強弱体の伸縮技の緩急を忘るな
Chikara no kyojaku tai no shinshuku waza no kankyu
Não se esqueça de aplicar corretamente:  alta e baixa intensidade de força; expansão e contração corporal; técnicas lentas e rápidas.

20.         常に思念工夫せよ
Tsune ni shinen ku fu seyo
Estudar, praticar e aperfeiçoar-se sempre.

Fonte: http://ptejbm-educandoonline.blogspot.com.br/

Esportes Radicais


São considerados radicais porque oferecem mais riscos que os demais, portanto, precisam de mais cuidados para prática. Chamam a atenção de muitas pessoas pelo fato de envolverem situações extremas, exigir grande esforço físico por parte dos praticantes e controle emocional para sair de situações, muitas vezes, complicadas.

A segurança é fundamental.



Qualquer esporte exige cuidados e treinamento adequado mas quando se trata de esportes radicais esses cuidados devem ser redobrados. Basicamente, têm relação com a segurança para a prática, devendo ser acompanhada por pessoas treinadas para orientar o praticante no momento da atividade. 

Rafting

Natureza a favor.


A maioria destes esportes tem a natureza como cenário principal. E o clima, com a presença de vento e neve, a vegetação, no caso do arvorismo e as condições geográficas, como mar aberto e montanha, são determinantes para a prática desses esportes.
Assim, há lugares que ficam caracterizados como referência para a prática desses esportes. Neste sentido o Brasil, por suas condições geográficas e naturais, é favorável para a prática da maioria dos esportes radicais, com cidades que se tornaram verdadeira referência.

Arvorismo


Educopédia 6º ano – Aula 31 - Jogos  pré-desportivos.
Texto adaptado - Leia a matéria na íntegra: http://ecoviagem.uol.com.br/fique-por-dentro/colunistas/turismo-de-aventura/abeta/abeta-realiza-fam-tour-com-compradores-internacionais-antes-do-summit-no-brasil-7933/centro-39000.jpg

Difusão do Karatê


Difusão do Karatê.

Karatê

 

 

Na década de 30, o Karatê foi reconhecido como arte marcial pela Associação Japonesa de Artes Marciais. Nesse momento, o Karatê já ganhava o Japão e estava pronto para ganhar o mundo.

 

Algumas regulações foram executadas para uniformizar a prática. Essa sistematização do Karatê teve forte influência do criador do judô, Jigoro Kano, e centrou-se principalmente no uso de quimono branco e de cor de faixas indicando o estágio em que se encontra o praticante. 



Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, muitos soldados americanos aprenderam Karatê e trouxeram a arte para casa.
O ingresso do Karatê no Brasil se deu por meio da inserção de imigrantes japoneses no Brasil, no início do século XX. Porém, sua prática ficou restrita ao ensino particular, de mestre para discípulo, como originalmente ocorria no Japão. Apenas na década de 50 é que houve a abertura do primeiro estabelecimento voltado ao ensino do Karatê no Brasil.
Em 1984, o filme americano "Karatê Kid" fez grande sucesso e ajudou a popularizar esta arte marcial em nosso País.  No ano de 2010 este filme foi regravado, mas não obteve o mesmo sucesso que a versão original. 

Hoje, muitos homens e mulheres aprendem Karatê para a auto-defesa. Escolas, clubes de Karatê, escolas de treinamento para militares e policiais, e até grupos feministas ensinam Karatê.

Fonte: http://ptejbm-educandoonline.blogspot.com.br/ 

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Crack - Só de Esporte!


Motivos que levam uma pessoa a usar drogas

Uma pergunta muito comum a quem nunca foi usuário de drogas é:  “O que leva uma pessoa comum a usar drogas?”
Na verdade, é uma questão bastante ampla e cada um tem suas motivações para usar a substância. Porém, entre os fatores que mais atraem adultos e jovens, alguns são os mais comuns:

Ø  Curiosidade e oportunidade para experimentar
Ter curiosidade faz parte da juventude. A qualquer momento a droga está disponível, seja entre amigos ou em uma festa. Geralmente alguém oferece e surge então a curiosidade de experimentá-la.  Entretanto, somente o fato de a pessoa experimentar pela primeira vez não a torna um dependente químico. O que a torna dependente é o seu uso contínuo, gerado a partir destas primeiras experiências inocentes que se tornaram a princípio prazerosas e depois acabam virando uma necessidade.
Muitas vezes o adolescente, por curiosidade, acaba experimentando um tipo de droga que é muito comum  para quem está começando. E geralmente a curiosidade começa com a maconha – a porta de entrada para outras drogas.

Ø  O uso de drogas pode ser visto como algo estimulante e arriscado.
Muitas vezes são os riscos envolvidos que justamente os atraem. O tédio é sempre um grande vilão. Se o cérebro esta vazio, desocupado, certamente procurara algo para se ocupar. Se não estamos com a mente preenchida, começamos a nos concentrar nas nossas fantasias e, se possível, tentamos satisfazê-las. Sempre pensamos que novas experiências podem ser melhores do que a que vivenciamos. A sensação de risco, de aventura, do “proibido” pode levar o jovem a experimentar e em seguida necessitar da droga.

Ø  Uma ferramenta para modificar as emoções
As drogas são capazes de alterar os sentimentos e produzir sensações temporárias de “alívio”.  Esse suposto “poder de transformação das emoções” pode se tornar um grande atrativo e ao mesmo tempo um grande vilão, principalmente para as pessoas que estão passando por determinadas dificuldades, como por exemplo: desajuste familiar, dificuldades de adaptação social, separação dos pais, perda de ente querido, sentimentos de baixa auto-estima, introversão, timidez, solidão, inadequação, falta de autoconfiança, fobia social – entre vários outros problemas. A droga traz ao usuário a ilusória sensação de alívio, de poder, de bem estar que o permite se sentir mais ambientado e muito mais autoconfiante.

Ø  Necessidade de ajustamento ao grupo de amigos
Muitos jovens acabam usando droga por “influência” de colegas e amigos. É a tal chamada “pressão de grupo”. Os jovens que cedem mais facilmente a esta pressão são aqueles que têm mais dificuldades em serem aceitos pelo grupo e que também apresentam outros tipos de problema, já mencionados acima e também outros: como o fato de se sentirem poucos amados pelos pais ou até mesmo ausência dos mesmos. Muitas vezes, o jovem ilusoriamente encontra naquele grupo mais atenção e apoio do que em casa. Se ele não é aceito ou se não sente apoio em casa, vai buscar no grupo algum tipo de identificação e muitas vezes é através da droga que o jovem encontra a identificação.
Ninguém gosta de se sentir diferente dos outros. Ser similar ao grupo dá-nos a sensação de que pertencemos a ele. Por causa disso, a influência exercida pelos colegas da mesma idade é enorme. Os adultos muitas vezes fazem algo que não querem só para ficar igual aos outros: usamos roupas, visitamos lugares etc. Essa necessidade é muito maior no jovem.

Ø  Falta de Perspectiva
Se alguém não tem metas e visão de futuro, não tem perspectiva do dia de amanhã. Se não tem perspectiva do amanhã, só conta com o agora. Se conta somente com o agora, não leva em consideração as consequências nocivas a longo prazo. Uma boa visão de futuro faz a segunda feira ser o melhor dia da semana. Um jovem sem visão é um jovem em perigo.

Ø  Fuga
A adolescência é uma fase de passagem da infância para a vida adulta. O adolescente deixou de ser criança, porém ainda não é tratado como adulto e também sente que muitas vezes já não é mais o centro das atenções. Como quase toda posição intermediaria, às vezes torna-se insuportável. O jovem, não sabendo como lidar com esse sentimento de frustração, apela para a fuga. Fugir de onde está se não fisicamente, mas mentalmente. E muitas vezes esta fuga pode ser o álcool, as drogas, o sexo de forma compulsiva, o abuso de comida, gastos compulsivos – enfim, qualquer coisa que traga sensação de prazer temporário.

Ø  Violência Doméstica, abandono, abuso sexual, negligência familiar
A violência doméstica e o uso de drogas são os principais motivos que levam crianças e adolescentes às ruas. De acordo com  censo feito pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH), cerca de 70% das crianças e adolescentes que vivem e dormem na rua foram agredidos dentro de casa. Além disso, 30,4% são usuários de drogas ou álcool. Os dados divulgados pela SDH assinalam que 32,2% das crianças e adolescentes tiveram brigas verbais com pais e irmãos, 30,6% foram vítimas de violência física e 8,8% sofreram violência e abuso sexual. A busca da liberdade, a perda da moradia pela família, o abandono da família, a busca de trabalho para o próprio sustento ou da família, os conflitos com a vizinhança e brigas de grupos rivais também levam os jovens à situação de rua.
Crianças vítimas de negligência apresentam risco mais elevado de desenvolver problemas com o uso de drogas, perpetuando, desse modo, um ciclo sempre crescente de violência/negligência.

Todas estas questões causam traumas imensuráveis pelo resto da vida e podem levar a criança ou o adolescente a buscar o ilusório “bem-estar” através das drogas.


Fonte: http://grandhouseblog.com/2011/05/05/motivos-que-levam-alguem-a-usar-drogas/

Uma viagem das drogas pelo corpo humano

Uma viagem das drogas pelo corpo humano. Nos órgãos em que fazem escala, elas sempre ameaçam criar confusão. Mas bagunça, para valer, é o que se nota, quando chegam ao cérebro.

(por Lúcia Helena de Oliveira e Paulo Roberto Pepe. Colaborou Lúcia Camargo)

As passageiras comuns vão aos portões de embarque da boca e das narinas. Mas algumas têm direito a um tratamento vip, embarcando mais rápido, direto na veia.
Uma vez acomodadas no sangue, as drogas iniciam a sua viagem pelo corpo humano. A circulação, propulsionada pela turbina do coração, é um transporte a jato, percorrendo cerca de 100 quilômetros de vasos, com conexões para toda parte. A eventual escala no fígado, porém, pode barrar parte das viajantes. Para essa víscera, com função de um policial de fronteira, as drogas não têm visto de entrada no organismo. Afinal, como qualquer substância tóxica, elas acabam causando muita destruição por onde passam. Mas, enquanto as células hepáticas fiscais prendem e liquidam algumas dessas moléculas criadoras de encrenca, a maioria das turistas baderneiras termina escapando e seguindo em frente — ou melhor, para o alto, em direção ao cérebro. E é ali que causam a maior confusão.
Trata-se, afinal de contas, de um órgão especialíssimo. Da dor de um beliscão à alegria de encontrar um amigo, da imagem de um rosto ao som de uma música, das recordações à imaginação, da fome de comida à sede de conhecimento — a pessoa só sente o que passa pelo cérebro. Para este, por sua vez, emoção, sensação ou razão, tudo é pura eletricidade. Pois suas células, os neurônios, se comunicam através de impulsos nervosos, que nada mais são do que correntes elétricas. Mas para que haja a transmissão de uma mensagem qualquer, é preciso que as células cerebrais secretem as chamadas substâncias neurotransmissoras. "Os neurônios nunca encostam um no outro" descreve o neurologista Esper Cavalheiro, da Escola Paulista de Medicina. "Os neurotransmissores, então, saltam de um neurônio para o outro, passando o impulso elétrico para frente." A produção dessas substâncias, porém, tem de acontecer na dose exata — se faltam neurotransmissores, a mensagem nervosa se perde no meio do caminho; em compensação, em excesso, são capazes de fazer uma informação ficar reverberando. As drogas, no caso, alteram o comportamento de seus usuários, justamente porque suas moléculas, clandestinas no sistema nervoso, conseguem mexer no nível dos neurotransmissores.
Algumas fazem as substâncias mensageiras jorrar a tal ponto que os impulsos se multiplicam ou começam a trafegar mais depressa. Outras agem de modo inverso: fecham as torneiras dos neurotransmissores nos neurônios, que desse modo passam a trabalhar em câmera lenta. Finalmente, há também as farsantes, que se encaixam nos receptores das células cerebrais, fingindo trazer uma mensagem que, na realidade, não existe. É por isso que os especialistas costumam dividir os milhares de substâncias rotuladas como drogas em três grandes grupos: estimulantes, depressoras e alucinógenas. "Usando essas táticas, as drogas podem induzir todo tipo de sensação", diz Cavalheiro. "No entanto, muitas vezes fica difícil saber detalhes do que aprontam. Em primeiro lugar, porque seu campo de ação, o cérebro, ainda não é completamente conhecido pelos cientistas", admite o pesquisador.
" Além disso a cada dia descobrimos novas funções para determinados neurotransmissores. Portanto, seguindo esse raciocínio, as drogas que interferem nessas substâncias podem provocar efeitos que, antes, não imaginávamos. "Existem, contudo, rastros que permitem aos cientistas presumir ao menos parte do percurso das drogas. Ainda em meados dos anos 50, nos Estados Unidos, certos pesquisadores realizaram uma experiência que acabou se tornando clássica: eles implantaram eletrodos em áreas diferentes do cérebro de cobaias; assim, toda vez que os animais pisavam numa pequena plataforma, os eletrodos aplicavam um levíssimo choque. Em determinadas regiões cerebrais, esse estímulo elétrico parecia ser agradável, pois as cobaias passavam a repetir, cada vez com mais frequência, as visitas a esse canto especial das gaiolas. Além disso, a tendência era ficarem ali mais tempo, perpetuando o estímulo. A partir daí, alguns cientistas começaram a suspeitar da existência do que chamariam centros de prazer, espalhados pelo sistema nervoso dos quais o mais sensível seria o hipotálamo, na base do cérebro. Certamente, em sua viagem, as drogas devem fazer escalas mais demoradas nessas regiões.
Tal como as cobaias da experiência americana os usuários de drogas também tendem a diminuir os intervalos entre as aplicações dessas substâncias. "É o fenômeno da tolerância: são necessárias quantidades cada vez maiores da substância para que ela produza o mesmíssimo efeito no organismo", define Elisaldo Carlini; professor de Psicofarmacologia na Escola Paulista de Medicina. Ele é, com certeza, uma das maiores autoridades brasileiras no estudo das drogas. Aos 61 anos, já publicou 189 trabalhos sobre o assunto.
Se as drogas, de fato, atuam principalmente nos tais centros de prazer e saciedade do sistema nervoso—uma teoria que ainda provoca controvérsia nos meios científicos—, a passagem delas por aí é traiçoeira. Isso porque, se logo no início despertam alguma sensação agradável para a pessoa, em seguida passam a fazer chantagem: o organismo passa a implorar sua presença. É o que se chama dependência: se antes alguém tomava a droga para sentir determinado efeito, depois é obrigado a tomá-la para seu corpo continuar funcionando direito — o "barato", como dizem os dependentes, já nem importa mais. Um organismo viciado em heroína, por exemplo, precisa da substância tanto quanto qualquer pessoa precisa de alimento. Interromper o consumo da droga é sofrer flagelos piores do que estar faminto, o que já faz, na maioria das vezes, qualquer um desistir da ideia de abandonar o vício. E, no caso, assim como se morre por inanição, insistir na interrupção do uso da heroína, sem acompanhamento médico, costuma ser fatal.
"O tormento físico relacionado ao abandono de qualquer droga é o que os especialistas conhecem por síndrome de abstinência. A da heroína só perde para a do álcool", revela Carlini. O fenômeno acontece, mais uma vez, porque as drogas desregulam o sistema nervoso. Por exemplo, as moléculas dos chamados narcóticos — produtos derivados do ópio, como a heroína — são extremamente parecidas com as de uma família de substâncias que os neurônios fabricam para controlar a dor física e moderar emoções como o medo e a angústia. Assim, além de servirem de anestésico, os narcóticos diminuem a ansiedade e induzem o sono. Mas o uso contínuo das substâncias opiáceas leva o cérebro a poupar suas energias, deixando de produzir os neurotransmissores com moléculas similares às das drogas. O álcool pode agir de maneira semelhante. "Mas para criar tamanha dependência é preciso que uma pessoa beba, com frequência, tremendas quantidades de bebidas alcoólicas", diz Carlini, que absolve a ingestão cautelosa.
"Doses moderadas de uísque, especificamente, podem até combater a hipertensão", exemplifica. O álcool é um depressor do funcionamento do sistema nervoso. O mais curioso, porém, é que ele parece agir em etapas, ao chegar ao cérebro. A primeira região a ser deprimida é aquela do comportamento voluntário, na superfície da víscera cinzenta, responsável por decisões do tipo "o que devo e o que não devo fazer". Ou seja, em um só golpe, o álcool derruba a autocensura. Depois de alguns goles, a pessoa passa a liberar pensamentos e emoções que estavam, de alguma maneira, bloqueados—pode, assim, falar mal da sogra, cair na gargalhada, soltar o choro, mostrar o cansaço do dia e adormecer em público.
O próximo passo do álcool no sistema nervoso é ir para as áreas encarregadas da concentração e da coordenação motora. Da mesma forma que a bebida alcoólica, os remédios barbitúricos, criados a partir de 1903, deprimem o sistema nervoso. No entanto, se o cérebro passa a trabalhar em marcha lenta, o fígado fiscal, depois de quebrar as moléculas dessas substâncias, funciona como se tivesse recebido uma injeção de ânimo. Por isso, outros remédios costumam deixar de fazer efeito quando associados ao uso de calmantes — afinal, mal entram na circulação sanguínea, são arrasados pelas células hepáticas. Estas, por sua vez — na trama complexa da mistura de drogas —, são disputadas pelas moléculas de álcool e de barbitúricos, quando ambas chegam na mesma hora ao organismo. Essa briga pode ser fatal para quem engoliu os dois tipos: sem dar conta do recado, o fígado libera a passagem das drogas, que uma vez unidas no cérebro podem provocar a morte. Esse excesso é a overdose, que ao contrário do que muitos imaginam, não é um jeito suave de morrer.
A primeira área do cérebro a entregar o jogo é a que controla a respiração. Resultado: a pessoa morre por asfixia. Pior, graças a um mecanismo de defesa, sempre que falta oxigênio para o organismo, a pessoa fica em estado de alerta. Ou seja, quem morre por ingestão de calmante, em vez de se desligar da vida dormindo, provavelmente fica consciente da enrascada em que se meteu. "Algumas misturas são mais perigosas do que outras", aponta o psiquiatra Marcos da Costa Leite, do Hospital das Clínicas, em São Paulo, que se dedica a casos de alcoolismo. "Existem também vários mitos", adverte. "O álcool não potencializa o efeito da cocaína, por exemplo.” Segundo o médico, o pó branco da família dos estimulantes não costuma ser metabolizado no fígado. "O único perigo é a pessoa alcoolizada perder a noção do que faz e usar mais cocaína do que o tolerável pelo organismo", pondera.
"Aliás, esse tipo de observação é válido para qualquer mistura de drogas. "Normalmente, quando um neurônio libera uma micro dose de neurotransmissores, para alcançar os neurônios vizinhos, essas substâncias são reabsorvidas. É justamente essa reabsorção que a cocaína impede, ao ser injetada ou inalada na forma de pó. Ou seja, todas as mensagens que transitam no cérebro, enquanto dura o efeito da droga, ficam reverberando — daí o jeito agitado e confuso do usuário. A linha cruzada de várias informações, depois de certo tempo ou conforme a quantidade da droga no organismo, provoca panes — as convulsões do cérebro, geralmente fatais. Na realidade, as anfetaminas — drogas estimulantes, vendidas em farmácia, mediante autorização médica — podem levar ao mesmo efeito, por um caminho diferente: em vez de as mensagens se repetirem, do ponto de vista químico, elas começam a passar mais depressa.
Os alucinógenos, como o LSD, são drogas peculiares, porque não costumam matar quem as consome. As moléculas de LSD enviam mensagens falsas, especialmente na área do cérebro que se encarrega de compreender aquilo que os olhos registram. Com isso, durante a viagem da substância pelo sistema nervoso, a pessoa passeia por cenários imaginários. "Existem teorias de que a droga danifica os neurônios, mas não estão muito claras", conta o psiquiatra Leite. A maconha, outra alucinógena, também provoca controvérsias. Das mais de 400 substâncias que a compõem, só uma minoria foi isolada. Daí a dificuldade dos cientistas em afirmar que o chamado THC, um dos seus componentes, é de fato o responsável pelo relaxamento muscular e pela perda de noção de tempo, por exemplo. A maconha provoca ainda a liberação de adrenalina, o hormônio que acelera os batimentos cardíacos. O coração então chega a bater cerca de 160 vezes por minuto, quando o normal seria entre 80 e 100. Só para se ter ideia, durante um orgasmo, o músculo cardíaco pode atingir 180 batidas por minuto. Experiências mostram que ninguém morre de overdose dessa droga, cujos efeitos maléficos seriam os mesmos do cigarro de tabaco — o qual provoca dependência, síndrome de abstinência e uma série de males, como câncer de pulmão, embora não seja comercializado por traficantes nem seus usuários perseguidos pela polícia.
Fonte:



Drogas Psicoativas




Em seu sentido original, é um termo que abrange uma grande quantidade de substâncias - desde o carvão vegetal à aspirina.
Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem-estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos.
Contudo, em um contexto legal e no sentido corrente (fixado depois de quase um século de repressão ao consumo de certas drogas), o termo "droga" refere-se, geralmente, a substâncias psicoativas e, em particular, às drogas ilícitas ou àquelas cujo uso é regulado por lei, por provocarem alterações do estado de consciência do indivíduo, levando-o eventualmente à dependência química. Certos fármacos de uso médico controlado, tais como os opiáceos, também podem ser tratados como drogas ilícitas, quando produzidos e comercializados sem controle dos órgãos sanitários ou se consumidos sem prescrição médica.

Fonte:


domingo, 16 de novembro de 2014

Ouro no Panamericano

Curiosidades

CURIOSIDADES



  • Para facilitar o levantamento e evitar lesões, o pesista pode utilizar materiais específicos. O tênis (ou bota) do atleta é feito de fibra de carbono e deve ter um salto de 5 cm, para que haja maior estabilidade no piso. Um cinto de suporte, de no máximo 12 cm de largura, é preso à cintura do pesista para evitar lesões no abdômen e região lombar. As joelheiras também servem para proteger a região e não podem ter mais de 30 cm de largura. A munhequeira tem o mesmo sentido prático e, no máximo, 10 cm de largura. O macacão do levantador precisa cobrir as pernas até os joelhos e pode ter mangas. A única exigência é que o cotovelo esteja sempre à mostra.
  • Dois presidentes brasileiros incentivaram o levantamento de peso. No final do século XIX, o Marechal Floriano Peixoto tinha em seu filho, Floriano Peixoto Filho, um praticante do esporte. Com isso, houve o incentivo para a disputa de torneios no Rio. Mas foi no Estado Novo de Getúlio Vargas, na década de 30, que a modalidade ganhou impulso. O presidente via no levantamento de peso uma alavanca para se constituir um “novo” homem brasileiro. Por isso, ele viabilizou a regulamentação da modalidade e em seu segundo governo, em 1946, autorizou a criação da Liga Força e Saúde, renomeada um ano depois para Federação Metropolitana de Halterofilismo.
  • O levantamento de peso já existe como prática esportiva há 5 mil anos. Sua origem está na China, onde homens erguiam pedras, as quais posteriormente seriam unidas por varas de bambu, como forma de exercício.
  • Normalmente, o halterofilista vencedor da categoria 105 quilos ou mais é aclamado como "o homem mais forte do mundo". Porém, proporcionalmente, os mais leves também podem ser os maiores. O turco Naim Suleymanogiu, "o Hércules de Bolso", que tem menos de 1,50 m de altura e de 64 kg, pode levantar quase três vezes o próprio peso. Ele levou a medalha de ouro entre os penas nas últimas três edições dos Jogos Olímpicos e é sete vezes campeão mundial.
  • Hitler pretendia reafirmar a superioridade da raça ariana nas Olimpíadas de Berlim-1936. Sua equipe de levantamento de peso, no entanto, frustrou as expectativas e não conquistou sequer uma medalha de ouro. Inconformados, os germânicos forjaram os documentos do austríaco Josef Manger, campeão na categoria dos pesados, tornando-o cidadão alemão. O austríaco, intimidado, calou-se, e a farsa só foi descoberta anos mais tarde
  • Antuérpia-1920: Pietro Bianchi, da Itália, e Albert Petterson, da Suécia, terminam empatados em segundo lugar na categoria médios (até 75 kg). Após várias tentativas de desempate, os atletas, exaustos, aceitaram a sugestão dos organizadores: a decisão do ganhador da medalha de prata seria no cara ou coroa. Bianchi ganhou. Hoje não haveria esse problema, pois a regra prevê que em caso de empate o atleta mais leve seja declarado o vencedor.
  • Nos primeiros Jogos Olímpicos havia duas modalidades no levantamento de peso. O levantamento com uma mão só, que foi vencida pelo inglês Lauceston Elliot, levantando 71 kg. E com duas mãos o primeiro a vencer foi o dinamarquês Viggo Jensen, com 111,5 kg
  • O canadense Jaqcues Demers chegou a injetar urina de outra pessoa dentro de sua bexiga para não ser pego no exame antidoping em Seul-1988. Descoberto, foi banido do esporte. Demers já havia sido preso por contrabandear esteróides em 1983.
  • Após o "festival" de casos de doping que marcou a disputa olímpica de Seul, todos por uso de esteróides anabolizantes, nos Jogos seguintes, em Barcelona-1992, a competição foi considerada mediana, devido à precisão dos exames antidoping, ninguém mais ousava se reforçar com estimulantes.
  • O turco M. H. Djemal Bey, de apenas 13 anos, participou da competição de levantamento de peso das Olimpíadas de Paris-1924. Ficou em décimo quarto lugar na categoria dos penas. Na Olimpíada seguinte, já um "veterano" de 17 anos, arrebatou o oitavo lugar.


  • Fonte: http://www.cblp.com.br/opc23.asp

    Lesão

    Arranque e arremesso

    Regras do Halterofilismo


    REGRAS
    A competição é realizada numa plataforma (tablado) de quatro metros quadrados e três árbitros julgam se os levantamentos foram válidos ou não, acionando um sistema de luzes: branca para levantamento válido e vermelha para nulo.
    Os equipamentos são uma barra de aço, discos (ou anilhas) e colares (ou presilhas), para fixar os discos na barra. Para a prova masculina, a barra deve medir 2,20 m de comprimento, pesar 20 kg e possuir 28 mm de diâmetro; para a prova feminina, a barra deve possuir 2,01 m, 15 kg e 25 mm de diâmetro. Os colares devem pesar 2,5 kg cada um para os homens e mulheres. Os discos são feitos de metal e o peso varia conforme a coloração:
    • vermelho: 25,0 e 2,5 kg;
    • azul: 20,0 e 2,0 kg;
    • amarelo: 15,0 e 1,5 kg;
    • verde: 10,0 e 1,0 kg;
    • branco: 5,0 e 0,5 kg.
    As competições são organizadas para homens e mulheres. Os atletas competem em classes de peso, de acordo com a sua massa corporal: sete categorias femininas (até 48, 53, 58, 63, 69, 75 e acima de 75 kg) e oito masculinas (até 56, 62, 69, 77, 85, 94, 105 e acima de 105 kg).
    A competição compõe-se de duas provas, na seguinte ordem: o arranco (ou arranque) e o arremesso, com as duas mãos.
    O arranco é a primeira prova da competição e a mais difícil e consiste em levantar a barra do solo até acima da cabeça num movimento sem pausa, sem apoiá-la no corpo. A barra é colocada horizontalmente em frente das pernas do levantador. É agarrada, com as palmas das mãos para baixo e puxada em um movimento único da plataforma e erguida até a extensão completa de ambos os braços acima da cabeça, enquanto que o levantador se agacha ou dobra as pernas. Deve, então, ergue-se, estabilizar-se, durante dois segundos, e esperar o sinal de 'abaixar' dos árbitros. Os árbitros dão o sinal de 'abaixar' a barra logo que o levantador fique imóvel em todas as partes do corpo.
    O arremesso é executado em duas partes. Primeiro, a barra é colocada horizontalmente em frente das pernas do levantador. É agarrada, com as palmas das mãos para baixo e levantada até à altura dos ombros, por cima do peito, enquanto que o levantador se agacha ou dobra as pernas; a seguir, reergue-se e alinha-se.
    Na segunda parte, usando a força conjunta de braços e pernas, a barra é levantada acima da cabeça, enquanto que faz um movimento em forma de tesoura com as pernas; a seguir deve realinhar as pernas, com braços estendidos, estabilizar-se, durante dois segundos, e esperar o sinal de 'abaixar' dos árbitros. Os árbitros dão o sinal de 'abaixar' a barra logo que o levantador fique imóvel em todas as partes do corpo.
    O estilo desenvolvimento, referido acima, era um tipo de arremesso, só que na segunda parte da disciplina, o atleta devia erguer a barra sem a ação das pernas, somente dos braços.
    Em cada uma das provas os atletas dispõem de três tentativas para levantar a maior carga possível. O aumento de carga após qualquer tentativa bem sucedida para o mesmo atleta deve ser no mínimo 2 kg, entre a primeira e a segunda tentativa e no mínimo 1 kg entre a segunda e a terceira tentativa.
    O somatório dos maiores pesos levantados, em cada uma das duas provas, determina o total combinado ou total olímpico e quem levantar mais peso, ganha. Em caso de empate, a vitória cabe ao atleta que pesar menos. Se mesmo assim o empate persistir, ganha aquele que tiver levantado primeiro.

    Fonte: http://www.cblp.com.br/opc06.asp

    Origem do halterofilismo

    Origem do halterofilismo

    O halterofilismo surgiu há mais de 5 mil anos, ele era praticado em diversas culturas. Há muitos indícios de povos da China, Egito, Grécia que tinham o costume de levantar pesos de pedras, sacos de areia para ganharem músculo, e força física.
    O halterofilismo passou a ser praticado pelos soldados do exército. E foi na Grécia que ele passou a ser considerado um esporte.
    O objetivo deste esporte é levantar uma barra muito pesada, do chão até a cabeça. Cada atleta tem três oportunidades de erguer a barra mais pesada possível. Quando há empate, o primeiro critério de desempate é vencer o atleta mais leve, o segundo critério é vencer quem levantou o maior peso em menor número de tentativas.
    As primeiras competições organizadas de levantamento de pesos começaram na Europa no final do século XIX, e o primeiro campeonato mundial do esporte foi realizado em 1891, em Londres. Naquele tempo não havia nenhuma divisão de peso e os títulos foram dados ao homem que foi capaz de levantar o maior peso sem considerar sua massa corporal.

    Halterofilismo nas Olimpíadas

    O levantamento de pesos esteve presente no primeiro Jogos Olímpicos, em Atenas, com duas modalidades: levantamentos com uma mão e com duas mãos, e foi deixado de fora dos Jogos de 1900; retornou em 1904, com duas provas: levantamento com duas mãos e haltere geral.
    Em 1920 tinham sido estabelecidas cinco divisões de peso e três disciplinas passaram a compor a competição: o Desenvolvimento (“Clean and Press”), o Arranco (“Snatch”) e o Arremesso (“Clean and Jerk”). O Levantamento de Peso Olímpico voltou nos Jogos Olímpicos de Verão de 1920, na Bélgica, e não foi mais retirado. Em 1972, o Desenvolvimento foi abolido depois dos Jogos Olímpicos de Verão de Munique, Alemanha, deixando o Arranco e o Arremesso como as duas disciplinas olímpicas do esporte.
    No ano 2000, as mulheres foram incluídas em Olimpíadas, em Sidney, Austrália, sendo que o primeiro campeonato mundial com presença feminina ocorre desde 1987.

    domingo, 9 de novembro de 2014

    Amarelinha


    Para começarmos a brincar de amarelinha, primeiro desenhamos no chão quadrados unidos, parecidos com a imagem abaixo.
    Quem for jogar primeiro fica no inferno e lança uma pedra, mirando no número 1.
    Se acertar, pula num pé só no número 2 e depois no 3. Em seguida, pula colocando um pé no número 4 e outro no 5 .
    Pula de novo com um pé só no número 6 e pisa com os dois pés no céu (que também é chamado de lua).
    Para voltar, faz a mesma coisa, abaixando um pouco no número 2 para pegar a pedra que ficou no número 1 , pulando depois para o inferno.
    Começa tudo de novo, só que, dessa vez, tem de mirar a pedra no número 2 e pular num pé só direito no número 3.

    E assim vai a brincadeira, até que o jogador erre passe a vez para o próximo companheiro. Quem sai do jogo, começa de onde errou.



    Fonte: http://artedopovobrasileiro.blogspot.com.br/2012/05/amarelinha.html. Acesso em: 09.11.2014 às 16:05h

    Educopédia: http://www.educopedia.com.br/ aula 6ºano 30
    Bruna Cristina Dias

    Pega pega



    Pode ser jogado por um número ilimitado de jogadores e possui inúmeras variantes.

    O jogo consiste em dois tipos de jogadores, os pegadores e os que devem evitar ser apanhados. Cada variante do jogo possui uma forma diferente de se estabelecer como os demais serão pegos, em geral por meio de um toque. Quem for tocado, automaticamente vira o pegador, dependendo do modo da brincadeira.


    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pega-pega. Acesso em: 09.11.2014 às 15:56h

    Educopédia: http://www.educopedia.com.br/ aula 6ºano 28
    Bruna Cristina Dias

    Vídeo Muay Thai



    Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=bFWIpQ-mCmU. Acessado em 09/12/2014 às 12:55h
    Educopédia: http://www.educopedia.com.br/ aula 6ºano 30
    Bruna Cristina Dias